Shows e Artistas

POCKET SHOWS

Onde?

Shopping Pier 21 | Praça Principal

Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2 32 – Asa Sul, Brasília – DF

http://www.pier21.com.br/pier21/

Quando?

Data: sexta-feira, sábado e domingo

 [1º, 2 e 3 de novembro de 2019 ]

Hr: 18:45h – 20h

Quem pode participar?

Finalistas do Prêmio Profissionais da Música e público em geral

Capacidade?

500 pessoas

 

PROGRAMAÇÃO

1|11 sexta-feira

Hr: 18:45h -19:15h

Artista: Ellefante [DF]

Mini Bio Desde 2016 o trio está rodando, produzindo e fazendo shows pelo Brasil e pelo mundo. Mas é possível dizer que o ano de 2017 foi especial. Após o lançamento dos dois primeiros singles pelo “mezanino sessions” a banda foi convidada a fazer a sua primeira Tour Internacional na Alemanha.  Algumas das conquistas daquele ano foram o show no famoso “Lott Festival” na cidade de Raversbeuren pra mais de 30 mil pessoas, e o show no “Confluentes Festival” na cidade de Koblenz para mais de 9 mil pessoas. A banda foi a única representante da américa latina nos dois festivais alemães.  Em 2018 o trio fez o lançamento do seu primeiro álbum “Mansidão”. O perfil da banda no Spotify tem uma média de 2 mil ouvintes mensais somando mais de 120 mil plays. Em 2018 passou pelo festival PORÃO DO ROCK e pelo SOFAR SOUNDS São Paulo, fez a sua segunda tour europeia passando por três cidades portuguesas (Lisboa, Porto e Braga). Em dezembro foi convidada para fazer um show case na SIM SP na noite BUCA Brasília na famosa Casa do Mancha em São Paulo.

Em 2019 a Tour Mansidão passou pelas cidade de Brasília, Goiânia, Anápolis, São Paulo e Rio de Janeiro, em seguida o trio foi convidado para tocar no renomado Festival CoMA em agosto e em novembro o trio segue rumo ao Canadá  para tocar no Indie Week Festival. O trio brasiliense é formado pelo vocalista e guitarrista Fernando Vaz, pelo baixista Adriano Pasqua e pelo baterista João Dito.  As músicas da Ellefante tem uma proposta madura e fazem um mix de música brasileira, pop blues e outras influências do rock alternativo que vão de folkmusic até ritmos africanos. As Influências são uma mistura de nomes brasileiros como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Jorge Ben e nomes internacionais como Jeff Buckley, John Mayer com uma pitada de psicodelia do Beck.

 

Hr: 19:30h – 20h

Artista: Rhaíssa Bittar [SP]

Mini Bio Turnê do espetáculo João, de Rhaissa Bittar
Rhaissa Bittar veste a pele de um homem velho que passou a vida com a cabeça nas nuvens, João. O espetáculo foi produzido para lançar o terceiro álbum da cantora e atriz. Mais do que um show de música, uma viagem pela poesia, artes plásticas, audiovisual e pela moda. Como intérprete, conduz o público por histórias, personagens, amargas tristezas e doces realizações.
O espetáculo, lançado no Teatro do Sesc Belenzinho em junho de 2019 segue em circulação com Thiago Hoover nas texturas aos violões, entre outros barulinhos, e com a própria intérprete no ukulele bass e no shurutibox (instrumento de fole indiano). Os elementos cênicos foram feitos pela bonequeira Daiane Baumgartner (máscara) e a artista plástica Gabi Jovine (nuvem).
O repertório conta com releituras de Jorge da Capadócia (Jorge Ben), Alento (Paulo César Pinheiro), Um Dia Útil (Mauricio Pereira), além de inéditas como Made in Produto da pernambucana Isabela Moraes que é costurada na poesia Bem no Fundo de Paulo Leminski. Também estão entre as canções do show, Palitoterapia, cuja cena conta com participações especiais de cantores da cidade.

Sobre Rhaissa
Cantora, atriz, diretora de arte e videoclipes ou, resumindo, criativa. Com três álbuns lançados (João-2019; Matéria Estelar-2014; Voilà-2010), integra diferentes expressões artísticas de maneira lúdica. Mais do que um show, uma viagem pela literatura, artes plásticas, audiovisual, moda e música. Como intérprete, conduz o público por histórias, personagens, amargas tristezas, doces realizações e, ainda, traz uma mistura de gêneros que passeiam desde o frevo e o samba, até o capricho do jazz e de um folk cantado em chinês (isso porque morou em Taiwan como intercambista colegial). Em 2017, estreou no cinema nacional ao participar do curta A Ponte de Rafael Câmara produzido pela TNT BR. Em junho deste ano, lançou seu terceiro álbum, João. Sabe aquele velho ranzinza que mora em cada um de nós, que às vezes só sabe reclamar da vida, mas em outras é capaz de dizer algo simples e sábio? Pois bem, a Rhaissa Bittar resolveu viajar para dentro e conversar com esse senhor rabugento que mora lá. Ouça em todas as plataformas digitais!

 

02|11 sábado

Hr: 18:45h -19:15h

Artista: Ilessi [RJ]

 

Mini Bio Neste show em formato solo voz e violão, a cantora e compositora apresenta suas músicas com seus parceiros, entre eles Thiago Amud, Tulio Borges, Iara Ferreira e Simone Guimarães.
Ela também interpreta músicas de outros compositores, como Edu Lobo, Tuninho do Roque, entre outros.

 

Hr: 19:30h – 20h

Artista: Totonho e os Cabra [PB]

Mini Bio: Compositor, produtor e cantor, Totonho nasceu em 1964 na cidade de Monteiro, na Paraíba. Lá foi vendedor de buchada de bode e assistiu à muitas cantorias de repentistas da região. Foi quando teve seu primeiro contato com a música. “Minha casa vivia cheia de gente, então me acostumei a vê-los pela casa. Você sabia que Monteiro foi durante muito tempo considerada a Meca dos repentistas nordestinos?” Com nove anos de idade, Totonho montou a banda Os Renegados, que tocava com latas (guitarra de lata, bateria de lata e afins). “Foi ali que começou tudo e me tornei compositor”. Em 82 resolveu que queria mesmo seguir a carreira de músico. Foi para João Pessoa, onde fundou o Musiclube da Paraíba, uma cooperativa de compositores por onde passaram nomes como Chico César, Jarbas Mariz e os irmãos Pedro Osmar e Paulo Ró, entre outros.
Durante cinco anos, Totonho participou do projeto Tocar Por Prazer (um grupo de baixistas, guitarristas, vocalistas, compositores, etc…) cantando e tocando violão em João Pessoa. Nesse mesmo período cursou Faculdade de Arte e Educação e deu início à um trabalho social, junto às comunidades….
Já premiado e conhecido como um dos melhores compositores da região, no final de 88 foi para o Rio de Janeiro fazer uma pós-graduação e tentar a vida como músico.
Enquanto isso Totonho continuava compondo e em 96 abriu shows de Geraldo Azevedo, João Bosco e outros. No final do ano se uniu com outros músicos formando Totonho e os Cabra. Depois de participar e se classificar no Projeto Pixinguinha, estreou em março de 97 uma turnê por sete capitais brasileiras. Depois foi ocupando os espaços possíveis no Rio (festas, bares, circuito “alternativo baixo”, todo canto como ele mesmo diz). Até que em 99, uma demo foi parar nas mãos do produtor musical Carlos Eduardo Miranda. O resultado foi o álbum homônimo Totonho e Os Cabra, que mostra bem a cara do dono. “Sou melhor compositor. Eu parto da palavra: daí faço uma frase, desmancho, faço outra, mudo, transformo, busco um sinônimo… Eu sou tipo um pedreiro que vai quebrando um tijolo até ele caber em sua construção.”

 

03|11 domingo

Hr: 19h -19:30h

Artista: Tchella [SP]

Mini Bio: Tchella é uma verdadeira “show woman”! Atriz, cantora, compositora, musicista e preparadora vocal; premiada no Festival de Cannes (2015) e finalista do Prêmio Profissionais da Música (2019) como Artista Groove e Pop. Formada em Artes Cênicas (USJT 2008) e Canção Popular (FASM 2016), frequenta os palcos desde os 12 anos, profissionalizando-se aos  17. Com quase 20 anos de carreira, participou de companhias e festivais  nacionais e internacionais (FRA e PT), transmutando por diversas linguagens  –  circo, teatro, cinema, performance –  até se encontrar na música. Em 2018 lançou o álbum Transmutante e desde então segue em turnê nacional. O show pop e vibrante, é onde Tchella revela a potência vocal e expressiva de uma artista carismática  que une teatralidade e musicalidade , e usa de sua presença cênica envolvente para emocionar o público com muita espontaneidade. Recentemente  a cantora teve seu trabalho elogiado publicamente pelo musicólogo e especialista  Zuza Homem de Mello; e recebeu o convite para substituir a  também cantora e preparadora vocal Bruna Caram no projeto Cor&Voz.
Transmutante, o álbum de estreia da atriz, cantora e  compositora Tchella,  funde suas habilidades  cênicas  e musicais numa pegada pop e vibrante. O repertório de dez canções  transita entre pop, rock, nova MPB, soul e bossa nova. Tchella mostra sua natureza transmutante ao brincar com sua extensão e expressão vocal, para se transfigurar em diferentes personagens e assim narrar as histórias vividas e criadas durante um processo de depressão. A artista que iniciou uma carreira ainda adolescente, se deparou com recorrentes situações de assédio e abusos morais e sexuais que sofrem as mulheres artistas nas relações de trabalho. Tchella viveu um período de conflito, dor e questionamento sobre sua feminilidade, espiritualidade e cura,  que resultaram em canções dramáticas, românticas e bem humoradas.

 

Teatro Plinio Marcos – Funarte

 

O que acontece neste local?

Shows

Quando?

Data: sexta-feira, sábado e domingo

 [1º, 2 e 3 de novembro de 2019]

Hr: 19h – 21:30h

Quem pode participar?

Finalistas do Prêmio Profissionais da Música e público em geral mediante compra de ingresso

Endereço

Eixo Monumental – Setor de Divulgação Cultural, Entre a Torre de TV e o Clube do Choro http://www.funarte.gov.br/regional/brasilia/

Capacidade: 500 pessoas

 

PROGRAMAÇÃO

1|11 sexta-feira

Hr: 19h – 21:30h

Artista: DJ Raffa Santoro 35 anos

Mini Bio Claudio Raffaello Serzedello Corrêa Santoro, conhecido pelo nome artístico DJ Raffa Santoro,  completa em 2017 35 anos de carreira na Cultura Hip Hop brasileira.
Raffa passou pelos diversos elementos da Cultura Hip Hop: começando como B.Boy, grafitou nas ruas, virou DJ e acabou se profissionalizando como Engenheiro de Som, Produtor Musical, Professor, Educador e também Escritor, tendo lançado seu livro “A Trajetória de um Guerreiro” em 2008. Durante a sua carreira se tornou referencia nacional na produção musical no estilo RAP e a partir de 2002 começou a se dedicar a projetos sociais transformando jovens em situação de risco através da arte, criando núcleos de Hip Hop, trabalhando com jovens em medidas sócio-educativas, dando palestras e workshops. Em 2011 criou o Ponto de Cultura Caminhos Audiovisuais, onde vem formando uma nova geração de produtores musicais e vídeomakers.
São 125 discos produzidos, 3 com seu grupo Magrellos, 6 com seu  grupo Baseado nas Ruas, 2 CDs e um DVD com o grupo Atitude Feminina  e 16 Discos solo entre coletâneas, batidas e efeitos para DJs, Remixes, instrumentais e discos autorais. Ao longo de sua carreira acumulou 12 Prêmios e 4 discos de ouro (100.000 copias vendias para cada disco)

DJ Raffa 35 Anos
Para festejar 35 anos de carreira, o dj e produtor Raffa Santoro comandará um dos momentos altos da 5ª edição do Prêmio Profissionais da Música. Em 1º de novembro, a programação do dia será encerrada na Funarte Brasília, com uma celebração daquelas, onde Raffa Santoro receberá, nada menos, que dezenas de artistas da cena hip hop para uma super confraternização musical.
Raffa também apresentará o seu trabalho que inclui músicas trabalhadas com remixagens de obras do homenageado, o maestro Claudio Santoro, seu pai. Ao longo da noite serão 26 atrações, entre elas, vários artistas e grupos finalistas do PPM 2019.
DJ Raffa Santoro + 26 convidados divididos assim:

1ª fase

  1. Irmãos Brothers
  2. Magrellos
  3. DF Movimento
  4. Sociedade Anônima

2ª fase

  1. Baseado nas Ruas
  2. Álibi
  3. Cirurgia Moral
  4. Código Penal
  5. Guindart 121
  6. Viela 17
  7. Provérbio X
  8. Voz sem Medo
  9. Atitude Feminina

3ª fase

  1. Crônica Mendes – SP
  2. F-Dois – RO
  3. Markão Aborígine
  4. AFPX
  5. Dree-K
  6. Dudu do Morro Agudo – RJ
  7. Meiaum
  8. Marrom – SP
  9. Lakersepá – SP
  10. Aninha & Leif Bessa
  11. Angel Duarte
  12. Patubatê
  13. Renan Inquérito – SP

E mais os DJ Chokolaty e Buiu para esquentar o palco, a pista e a festa.

 

02|11 sábado

Hr: 19h -21:30h

Artistas: Delia Fischer | Livia Nestrovski e Fred Ferreira | Bia Góes e Ricardo Valverde | Iara Gomes

Mini Bio A multi-artista Delia Fischer ocupa posição particular na música. Surigiu no final da década de 1980 como pianista do premiado Duo Fenix, adquiriu prestígo no jazz, e trabalhou como arranjadora e diretora musical nos principais musicais em cartaz no eixo Rio–São Paulo (Elis, Chacrinha, Beatles Num Céu de Diamantes, Milton: Nada Será Como Antes, Bossa Nova, entre outros). Em seu álbum Presente (2010 – Dubas) revelou-se cantora e compositora com participações luxuosas de Gismonti, Hermeto e Ana Carolina. Antonio (1999 – ECM) iniciou a carreira solo, com um repertório voltado para o instrumental. Em Saudações Egberto (2011-2016 RobDigital / TuffBeats Japão) inovou, adicionando letras e cantando peças de Gismonti. Sua Tempo de Amar foi tema de novela da Globo na voz de Milton. Estreou na Europa em Montreux, 1989, com o Duo Fenix. Mais tarde tocou no Sofia Jazz Festival e no New Morning. Na Escandinávia fez turnês com a cantora Lisa Nilsson. Venceu com Mercado os prêmios Best Latin Song e Vox Pop no 16º Independent Music Award 2018, em NY. Lançou em 2019 Tempo Mínimo, consolidando-se como compositora, cantora, letrista, arranjadora e produtora, e que obteve 5 estrelas da Downbeat Magazine, na categoria “Beyond. Para promovê-lo fez sua primeira turnê individual européia, culminando com seu show no prestigiado MIMO Festival em Portugal.

 

Mini Bio Clássico e contemporâneo, popular e erudito, do Brasil e do mundo, tão experimental quanto acolhedor, o passeio traçado por Lívia (voz) e Fred (guitarra, efeitos, sintetizadores) é sutil, inesperado, inspirado. Com canções de Kurt Weill, Zé Miguel Wisnik, Benjamin Britten, Arrigo Barnabé, Maurice Ravel, Milton Nascimento e nomes da nova geração, como Maria Beraldo e Thiago Amud, o duo constrói narrativas e rege afetos. Após seis anos em turnê com seu primeiro disco, tendo passado por EUA, Itália, França, Portugal, Espanha, Inglaterra, Alemanha, República Checa, Estônia, Colômbia, Cuba, México, Argentina, Paraguai, Líbano e Síria, além de todas as regiões do Brasil, preparam agora seu segundo álbum, que flerta com o mundo dos eletrônicos e dos sons sintetizados. Já realizaram espetáculos sob encomenda de instituições como Fundação José Saramago (Portugal), FOLIO (Portugal), SESC Nacional e Correios, entre outros, e em 2018 fizeram a trilha sonora ao vivo do desfile “As Mudas”, de Ronaldo Fraga, na São Paulo Fashion Week. Lívia, que foi descrita por Zé Miguel Wisnik como uma cantora que “dá triplos saltos carpados na voz sem perder a naturalidade entoativa”, e por Arrigo Barnabé como “tranquilamente uma das maiores vozes de sua geração”, canta frequentemente como solista de orquestras importantes do Brasil e do exterior, e Fred, graduado em Composição e Viola de arco, atua como arranjador e diretor musical, tanto no meio da música popular quanto erudita.

 

Mini Bio A cantora Bia Goes e o vibrafonista Ricardo Valverde completam em 2019 dez anos de uma próspera parceria musical que lhes rendeu gravações de CD, participações em programas de TV (Programa Ensaio – TV Cultura, Sr Brasil), shows no Brasil e no exterior (Itália e Portugal) e premiações em festivais.
Para celebrar a data o duo viaja no segundo semestre de 2019 para se apresentar em cinco cidades do país com o show Nosso Chão.
O show é uma prévia do novo trabalho da dupla e manifesta sutileza, delicadeza e força, apresentando canções autorais da dupla e reverenciando os mestres do cancioneiro do Brasil como Tom Jobim, Dorival Caymmi, Luiz Gonzaga dentre outros.

Mini Bio Iara Gomes é pianista, compositora e arranjadora, natural de Brasília DF, Brasil. Destaca-se por seu trabalho autoral e por sua atuação na música instrumental brasileira e no jazz.   Vencedora do prêmio  “Melhor Intérprete Instrumental” no Festival de Música da Nacional FM (2016) com sua composição “Dois Cantos”, foi convidada a ser jurada da edição seguinte do mesmo festival (2017), e atualmente é finalista do Prêmio Profissionais da Música (2019), na categoria “arranjadora”.
Iara é Mestra em Música: Jazz Composition & Arrangement e Jazz Piano Performance pela University of Louisville – UofL (EUA, 2016), onde graduou-se com honras, passando a fazer parte da Music Honor Society Pi Kappa Lambda.  Licenciada em Música pela Universidade de Brasília – UnB, é professora da Escola de Música de Brasília (CEP-EMB) aprovada em primeiro lugar no concurso.
No Brasil, a pianista concluiu seus estudos formais em piano sob a tutela de Renato Vasconcellos, Elenice Maranesi (EMB). Participou de diversas edições do Curso Internacional de Verão de Brasília (CIVEBRA), onde estudou com grandes nomes da música brasileira (Leandro Braga, Fábio Torres, André Mehmari, Vittor Santos, Ian Guest) e do jazz (Phil deGreg, Gary Dial, Mike Hamilton). Nos Estados Unidos, recebeu orientação regular dos professores John LaBarbera, Chris Fitzgerald, Amina Figarova, Ryan Cohen, e cursou masterclasses com David Liebman, Donny McCaslin, Chuck Owen, Alan Broadband, dentre outros. Como pianista, fez parte de importantes grupos da Universidade de Louisville, como a  “Jazz I Big Band” e o “International Jazz Combo”, e diretora musical do “Brazilian Ensemble”. Em 2015 foi contemplada com bolsa de estudos para frequentar o renomado curso  “Jamey Aebersold Summer Jazz Workshops”, sob a tutela de Jamey Aebersold, Andy Laverne, Dan Haerle e convidados especiais, como Chris Potter.
Nos últimos anos Iara tem levado seu trabalho para além da capital, tocando no Festival de Jazz de La Plata (Argentina), na conferência Jazz Education Network (EUA), e em Santiago (Chile), primeira parada do tour 2019, que conta também com diversas capitais brasileiras, como Goiânia e São Paulo, tocando em locais renomados como Jazz B e Sesc Consolação.
“Dois Cantos”, lançado em agosto de 2018 em Brasília -DF, é o álbum de estreia da musicista, elogiado pelo renomado maestro e arranjador de jazz John LaBarbera (Buddy Rich Big Band) e pelo grande pianista Fábio Torres (Trio Corrente).  Como educadora, Iara ainda tem seu próprio curso de Piano, Harmonia e Improvisação, oferecendo workshops presenciais – como no 39º CIVEBRA – e em formato online, a ser lançado em setembro de 2019 pela plataforma Musicalll.

 

03|11 domingo

Hr: 17h – 20h

Artista: Nomade Orquestra

Mini Bio Em crescente visibilidade no atual cenário da música instrumental brasileira a Nomade Orquestra traz consigo uma característica singular e de vanguarda, pode se dizer que é um ponto de encontro onde diferentes vertentes e expressões musicais interagem de forma única, desenvolvendo um trabalho autoral de música instrumental com influências do funk70, jazz, dub, rock, afrobeat, ethiogrooves e outras expressões musicais. Formada em 2012 sua identidade musical pode se a dar ao resultado da miscigenação cultural que existe no Brasil, sobretudo o ABC Paulista pólo industrial situado na cidade de São Paulo, da onde originou-se a orquestra. Seu primeiro disco intitulado “Nomade orquestra“ (homônimo) foi lançado em dezembro de 2014 no Brasil e em abril de 2016 internacionalmente pelo selo inglês FarOut Recordings, alcançando grande reconhecimento junto ao publico, músicos, deejays e imprensa. Resultando em novembro de 2016 sua primeira EuroTour, onde passou por países como Portugal, Espanha, Inglaterra, Bulgaria e Alemanha. Lançado em 2017 “EntreMundos” é o segundo capítulo dessa história, fruto do amadurecimento do grupo e da continuidade do mergulho no universo musical nômade, a banda segue jornada desvendando novas paisagens, novas texturas e experimentações. Para o ano de 2019 seu novo projeto “Vox Populi / Vox Machina” é o nome que se dá a série de encontros promovidos com cantores da música mundial. Neste primeiro volume “Vox Populi”, em um instigante recorte da atual música brasileira a Nomade Orquestra traz ao seu lado as vozes de Russo Passapusso (Baiana System), Juçara Marçal (Meta Meta), Siba (Mestre Ambrósio) e Edgar (O novíssimo Edgar) promovendo 8 faixas inéditas. Além de explorar em “Vox Machina” versões instrumentais dessas músicas.

03|11 domingo

Hr: 19h -20:30h

Artistas: Beba Trio

Mini Bio O Beba Trio é formado pelos músicos Beba Zanettini, Victor Kutlak e Gudino Miranda. Eles atuam na formação consagrada pelos trios de jazz e bossa-nova: piano, contrabaixo e bateria. O repertório é composto por músicas de João Donato, Moacir Santos, Marcos Valle e alguns temas autorais. O trio se propõe a fazer um “som prá cima”, descomplicado, com melodias e levadas que provocam a empatia imediata do público. Sambas, grooves, suingue e alegria sonora.
Formado em 2018, o trio lançará o seu primeiro single em outubro, com a música Espera. Em seguida, em novembro, o segundo, Chorando em Três, com participação do acordeonista Gabriel Levy.
Beba Zanettini é formado pela UNESP e tem Pós-graduação em Canção Popular pela Faculdade Santa Marcelina (SP). Integrou os grupos Café Jam e Aquilo Del Nisso. Com o último, com o qual lançou inúmeros discos, teve várias indicações ao Prêmio Sharp (atual Prêmio da Música Brasileira).

 

Clube do Choro de Brasília

O que acontece neste local?

Show

Quando?

Data: sábado e domingo

[ 2 de novembro de 2019]

Hr: 21h – 23h

Quem pode participar do Show dia 2|11 [ sábado] ?

Público em geral mediante compra de ingresso individual.

Endereço

Endereço: St. de Divulgação Cultural Bloco G – Brasília, DF

http://www.clubedochoro.com.br/

Capacidade: 500 pessoas

 

PROGRAMAÇÃO

02|11 sábado

Hr: 21h -23h

Artista: Jaques Morelenbaum Cello Sam3aTrio

Mini Bio Jaques Morelenbaum Nasceu no Rio de Janeiro, Brasil. e iniciou sua carreira musical como integrante do grupo A Barca do Sol. Participou como violoncelista de produções fonográficas de Antonio Carlos Jobim, Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, Maria Bethania, Chico Buarque e Milton Nascimento, entre outros, totalizando até hoje atuações em mais de 600 álbuns. Entre eles destacam-se “Infância” e “Música de Sobrevivência”, de Egberto Gismonti, gravados em Oslo, Noruega, para a ECM Records, 1992 e 1993. Em 1994, como integrante da Nova Banda de Antonio Carlos Jobim, participou do álbum “Antonio Brasileiro”, vencedor do Grammy. Em 1995 e 1996 gravou em Nova York os álbuns “Smoochy”, e “1996”, ambos de Ryuichi Sakamoto. Em 2001 colaborou com o cantor e compositor Sting em seu álbum/DVD “All this time…” gravado com uma banda internacional, ao vivo na Toscana, Itália. Neste mesmo ano foi agraciado com o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira, pela produção do álbum “Livro”, de Caetano Veloso. Apresentou-se como solista em 1993 no Free Jazz Festival (Rio e São Paulo), e no projeto “Samba em Concerto” do Centro Cultural do Banco do Brasil (RJ) acompanhado pela bateria da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira. Neste mesmo ano apresentou-se no Projeto Sexta-Básica, da Sala Cecília Meireles (RJ). Em 1995 participou do Heineken Concerts (Rio de Janeiro e São Paulo), tendo como convidados Paula Morelenbaum, Caetano Veloso e Ryuichi Sakamoto. Em 1999 voltou a participar do Heineken Concerts, desta vez como convidado do baixista Zeca Assumpção, dividindo o palco com o renomado guitarrista americano John Scofield. Participou do grupo Academia de Danças, de Egberto Gismonti, de 1988 a 1993, assim como da Nova Banda, de Tom Jobim, de 1984 a 1994. Entre 1993 e 1995 assinou a direção musical do show “O sorriso do gato de Alice” (direção geral de Gerald Thomas) e de “Mina d’água do meu canto” ambos da cantora Gal Costa, acumulando ali ainda as funções de violoncelista e arranjador . De 1993 a 2001 fez parte do trio de Ryuichi Sakamoto. Em 1992, foi convidado por Caetano Veloso a fazer participação especial no show ‘Circuladô‘, e até o ano de 2005, manteve profícua parceria com este artista, acumulando as funções de diretor musical, arranjador e violoncelista em praticamente todos os seus espetáculos. Em 2002, tomou parte como solista no X Festival de Inverno Umbria Jazz, em Orvieto, Itália. Foi agraciado em 2003 com a Medaglia D’Argento ‘Il Presidente della Republica Italiana’, pela difusão da música Brasileira naquele país. Neste mesmo ano formou o Jaques Morelenbaum Cello Samba Trio, e desde então tem excursionado por todo o mundo com este grupo que conta com Lula Galvão, ao violão, e Robertinho Silva, na percussão. Este grupo apresentou-se em 2009 na Casa da Música, no Porto, Portugal, dividindo o palco com o guitarrista americano Bill Frisell. Em 1995 formou o Quarteto Jobim Morelenbaum juntamente com Paula Morelenbaum, Paulo Jobim e Daniel Jobim. Este grupo registrou um único álbum, lançado em 1999. Com o Quarteto Jobim Morelenbaum, excursionou diversas vezes pela Europa, incluindo apresentações na EXPO’98 em Lisboa, além de inúmeros concertos nos Estados Unidos, Canadá, Brasil, Argentina e na Coréia do Sul. Em 2002, o QJM representou o Brasil no Festival Internacional Cuba-Disco, em Havana. Em 2001 este grupo realizou temporada no Teatro Alfa em São Paulo tendo como convidados o pianista e compositor Ryuichi Sakamoto e o cantor, violonista e compositor Gilberto Gil. Esta série de concertos motivou o surgimento de um outro grupo dedicado à obra de Antonio Carlos Jobim, o M2S (Morelenbaum2Sakamoto), formado por Paula Morelenbaum – voz, Jaques Morelenbaum – violoncelo, e Ryuichi Sakamoto – piano. Ainda em 2001 este grupo produziu o álbum “Casa”, gravando-o na residência de Jobim, no Horto, Rio de Janeiro, onde teve a chance de usar o piano no qual o compositor criou todo o repertório deste disco. Em 2003 o M2S registrou seu segundo disco, “A Day in New York”, no legendário estúdio Hit Factory. JOSÉ ANTONIO CORREIA ALEXANDRE – ME Rua Girassol, 1317 apt. 84 Vila Madalena – São Paulo (SP) Cep: 05433-002 Fone: (11) 3822-1472 Cel.: (11) 972601837 CNPJ 09.149.515/0001-22 E-mail zealexandre@zporz.art.br Participou como arranjador de vários álbuns de Antonio Carlos Jobim (“Passarim”, “O Tempo e o Vento”, “Tom canta Vinícius”, “Tom Jobim – Inédito” e “Antonio Brasileiro”), Caetano Veloso (“Circuladô”, “Circuladô Vivo”, “Fina Estampa” , “Fina Estampa ao vivo”, “Tieta do Agreste”, “Livro”, “Prenda Minha”, “Orfeu do Carnaval”, “Omaggio a Federico e Giulieta”, “Noites do Norte”, “Noites do Norte ao vivo” e “A Foreign Sound”), Gal Costa (“Mina d’água do meu canto”), Beto Guedes (“Dias de paz”), João Bosco (“Na esquina”), Paula Morelenbaum, Ivan Lins, Barão Vermelho, Vanessa da Mata e Skank, entre outros, além do álbum “Piazzollando”, este último realizado em homenagem à obra de Astor Piazzolla, no qual Morelenbaum acumulou as funções de regente, violoncelista e produtor. Este disco foi considerado pela crítica argentina como um dos dez melhores lançamentos de 1992. Trabalhou com Marisa Monte e Carlinhos Brown, e escreveu os arranjos para “Titãs – Acústico” álbum que atingiu a vendagem de 1,5 milhão de cópias, apenas no Brasil. Nos últimos anos, Jaques tem sido um dos arranjadores mais requisitados na indústria fonográfica Brasileira, e tem expandido continuamente sua arte escrevendo arranjos e orquestrações para artistas do ‘além-mar’ como as cantoras Mariza e Dulce Pontes, o compositor Rui Veloso e o grupo Madredeus, todos de Portugal, os grupos japoneses Gontiti e Choro Club, as cantoras caboverdeanas Cesária Évora e Mayra Andrade, o compositor angolano Paulo Flores, o compositor norte-americano David Byrne, a cantora espanhola Clara Montes e o grupo “Presuntos Implicados”, também espanhol, para o qual escreveu e regeu um naipe de cordas em gravação realizada no lendário “Studio Two” de Abbey Road (The Beatles), em Londres. Em 2005, escreveu orquestrações sinfônicas para obras de Gilberto Gil, para serem interpretadas nas comemorações do Ano do Brasil na França em dois concertos em Nantes, pelo próprio compositor, acompanhado da Orchestre National des Pays de la Loire. Em 2006 escreveu os arranjos e produziu o último disco do compositor e cantor francês Henri Salvador, “Révérence”. Em 2007 foi convidado pelo compositor e pianista cubano Omar Sosa para escrever os arranjos para obras suas e dirigir a Big Band da NDR, Rádio Estatal de Hamburgo, Alemanha, na gravação de seu novo álbum. Em 2008 arranjou e produziu o álbum/DVD “Acústico MTV” da cantora e compositora mexicana Julieta Venegas, àlbum este vencedor de dois Grammys Latinos. Produziu um total de 56 álbuns, incluindo “Tom canta Vinícius” e “Passarim” (eleito pela revista Jazzis entre os melhores da década de 80), ambos de Antonio Carlos Jobim, “Mina d’água do meu canto” de Gal Costa, “Dias de paz”, de Beto Guedes, as trilhas sonoras para os filmes “Central do Brasil”, ”O Quatrilho” , “Tieta do Agreste” e “Orfeu do Carnaval”, e os discos “Circuladô Vivo”, “Fina Estampa”, “Fina Estampa ao vivo”, “Livro” (agraciado com o Grammy em 1999 como Melhor Disco de World Music), “Prenda Minha” (que atingiu a marca inédita de um milhão de cópias vendidas), “Noites do Norte” (agraciado com o Grammy Latino em 2001), “Noites do Norte ao Vivo, e “A Foreign Sound”, de Caetano Veloso. Produziu também, ao lado de Ryuichi Sakamoto, uma faixa do álbum Red Hot and Rio, (“É preciso Perdoar”, cantada por Cesária Évora e Caetano Veloso), além dos dois álbuns do grupo Morelenbaum2Sakamoto (M2S), “Casa” e “A Day in New York”. Produziu os álbuns “Transparente” e “Concerto de Lisboa”, ambos de Mariza, este último nominado para o Grammy Latino. Co-produziu o álbum “Roberto Carlos e Caetano Veloso e a música de Tom Jobim” Para o cinema compôs a trilha sonora para o longa “A República dos Anjos”, de Carlos del Pino e para o curta “Água morro acima” de Maria Letícia (Prêmio de Melhor Filme de Curta Metragem pelo júri popular no Festival de Brasília, 1993). Compôs e produziu, com Caetano Veloso, as trilhas sonoras para os filmes “O Quatrilho” de Fábio Barreto (1995) – que concorreu ao Oscar na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, “Tieta do Agreste” (1996) e “Orfeu do Carnaval” (1999) – ambos de Cacá Diegues. Compôs e produziu, com Antonio Pinto, a trilha do filme “Central do Brasil”, de Walter Moreira Salles, concorrente ao Oscar na categoria de melhor filme estrangeiro em 1999. Este trabalho recebeu o Prêmio Sharp de Melhor Trilha Sonora para o cinema. Em 2001 participou do filme “Hable con ella”, de Pedro Almodóvar, interpretando com Caetano Veloso a canção “Cucurucucu paloma”, para a qual assinou o arranjo no álbum “Fina Estampa ao Vivo”. Em 2002 deu seqüência à sua parceria com Fábio Barreto, compondo e produzindo a trilha sonora para o filme “A paixão de Jacobina”. Em 2005 compôs a trilha sonora para o filme “Paid” do diretor holandês Laurence Lamers. Tem colaborado como violoncelista na gravação de trilhas sonoras de outros compositores, como no caso de “Deus é Brasileiro”, de Cacá Diegues, onde interpreta Villa Lobos, e recentemente, nas trilhas sonoras de Leo Gandelman para os filmes “Moacir Arte Bruta“ e “Budapest”, ambos de Walter Carvalho. JOSÉ ANTONIO CORREIA ALEXANDRE – ME Rua Girassol, 1317 apt. 84 Vila Madalena – São Paulo (SP) Cep: 05433-002 Fone: (11) 3822-1472 Cel.: (11) 972601837 CNPJ 09.149.515/0001-22 E-mail zealexandre@zporz.art.br Como regente, dirigiu alguns dos mais importantes conjuntos sinfônicos do país, incluindo-se a Orquestra Sinfônica da Bahia, a qual conduziu em 1995 no Teatro Castro Alves, em Salvador, e a Orquestra Sinfônica de Brasília, ainda em 1995, no concerto inaugural da posse do Presidente Fernando Henrique Cardoso. Em 1997 voltou a Salvador para reger a Orquestra Sinfônica da Bahia em concerto dedicado à obra de Egberto Gismonti, tendo o compositor como solista, e em 1999 dirigiu a Orquestra Sinfonia Cultura, da Rádio e Televisão Cultura de São Paulo, em concerto dedicado às suas próprias trilhas para o cinema. Ainda em 1999, dirigiu uma orquestra de câmara no concerto “A música para cinema de Antonio Pinto e Jaques Morelenbaum” no Teatro Alfa, em São Paulo. Em 2000 regeu a Orquestra Jazz Sinfônica, na Sala São Paulo, interpretando arranjos seus para canções de Caetano Veloso, o qual atuou como solista. Em 2004 participou como regente e arranjador da tournée mundial de lançamento do álbum “A Foreign Sound”, de Caetano Veloso, dirigindo orquestras locais em Paris, Londres, Roma, Madrid, Barcelona, Nova York, Miami, Buenos Aires, além das principais capitais Brasileiras. Em 2005 e 2006 voltou a dirigir a OSBA, Orquestra Sinfônica da Bahia, tendo, nas duas ocasiões, Carlinhos Brown como solista e compositor. Em 2006 faz sua estréia como regente sinfônico em sua cidade natal, o Rio de Janeiro, dirigindo a Orquestra Petrobrás Sinfônica, OPPS , em concerto dedicado às obras de Egberto Gismonti e Wagner Tiso, contando com os dois compositores como solistas. Em 2007 regeu para um público de dezenas de milhares de pessoas, a Orquestra Filarmônica das Beiras, em concerto realizado no Estádio Municipal de Aveiro, Portugal, interpretando suas orquestrações para a obra de Gilberto Gil, que atuou como solista, além da cantora portuguesa Mariza. Neste mesmo ano, regeu também a Big Band da WDR, Rádio Estatal Alemã, em concerto dedicado à obra de Antonio Carlos Jobim, realizado no emblemático Teatro Phillharmonie de Colônia, Alemanha. Em 2008 foi convidado pela NDR Pops Orchestra de Hannover para reger concerto com repertório totalmente brasileiro, incluindo suas próprias composições, além de arranjos seus para peças de Gilberto Gil, Duda de Recife e Antonio Carlos Jobim.

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