Palestrantes e Painelistas

  1. PALESTRAS

19 de abril de 2018 | Local: Shopping Pier 21 | Sala

 

19 de abril | das 11h às 12h15min

Tema: MUSICOTERAPIA PARA MÚSICOS

Palestrante: Isabella Paz (Cantora, professora)

Sinopse:

Este inédito workshop aborda um tema importante para músicos que lidam diretamente com expressão musical e artística, envolvendo sentidos, ativando emoções e sentimentos tanto em si quanto na plateia. A musicoterapia para músicos é realizada com músicos através da utilização da música e da relação musical com o musicoterapeuta. O objetivo de sua aplicação é preparar os músicos para o palco de modo que saibam lidar com seus problemas emocionais, psíquicos, e até físicos (decorrentes do próprio uso do instrumento ou outros), sem que isso interfira na performance musical. Através das sessões realizadas individualmente ou em grupo, os músicos tomam conhecimento de tudo o que pode afetar suas performances, aumentando o conhecimento sobre si, sobre sua relação com o instrumento, com a música (até com o repertório escolhido), e, consequentemente, com o público. A partir de intervenções, o musicoterapeuta promove vivências para que as melhores performances sejam atingidas a partir desta consciência ampliada.

Bio:

Cantora de música popular brasileira, professora de canto e musicoterapeuta, pós-graduada pelo Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro. Abriu os shows de Leny Andrade e de Leila Pinheiro; cantou com João DonatoSueli CostaMaurício Einhorn e Roberto Correa, lecionou “canto popular” nos Cursos Internacionais de Verão da Escola de Música de Brasília (24ª, 25ª, 27ª e 28ª edição) e “musicoterapia para músicos” (31ª edição) e apresentou-se em diversas cidades do Brasil e da Europa (Barcelona, Madrid, Paris, Munique, Firenze), onde também atuou como musicoterapeuta. Atualmente, ministra aulas de canto e atende clientes, individualmente ou em grupo, em seu estúdio, em consultório particular e em empresas. Promove diversos cursos e oficinas nas áreas artística e musical para crianças, jovens e adultos, com caráter educativo.

 

19 de abril | das 12h30min às 13h45min

Tema: SAÚDE VOCAL PARA CANTORES DE MÚSICA POPULAR: CONCEITOS, EXERCÍCIOS E PATOLOGIAS

Palestrante: Elen Lara (Mestre em Música UFG)

Sinopse:

Aquecimento, relaxamento, técnica e exercícios de respiração, saúde e patologias vocais. Noções básicas para o profissional ou amador que canta ou utiliza a voz para diversos fins. Um tempo de troca de experiências, vivências com foco na preservação e bem-estar vocal.

Bio:

Musicista, mestre em música pela Universidade Federal de Goiás, pianista, cantora, compositora. Possui três álbuns de MPBC.  É docente no curso de licenciatura e técnica em música do Instituto Federal de Goiás. Atua intensamente junto a shows, saraus, cantatas, treinamentos e canto coral em empresas públicas e privadas, tendo sempre a música como ferramenta-mestra. Realiza shows de MPB tem teatros, salas de concerto, apresentando repertório seleto, canções autorais, regionais, valorizando ritmo, harmonia, melodia e toda brasilidade e personalidade inerente a sua música.

 

19 de abril | das 14h30min às 15h45min

Tema: ARTE NO ÁUDIO: O PENSAMENTO MUSICAL NA MIXAGEM

Palestrante: Rodrigo Lopes (Engenheiro de áudio)

Sinopse:

O workshop surgiu da constatação de uma lacuna existente na formação de engenheiros de gravação e mixagem: uma compreensão clara da interação entre os equipamentos usados no estúdio e o discurso musical, que é arquitetado e edificado pelo arranjo. O engenheiro de gravação e mixagem é um mediador entre o artista e o público. Como um fotógrafo e diretor de imagem de um filme, ele nos conduz através de uma história que testemunhou e registrou. O cenário onde essa história se desenrola é o arranjo, e cada som vai desempenhar um papel na forma como ela é contada. Ele tem controle sobre, praticamente, todos os parâmetros físicos que funcionam como referências para o ouvinte, podendo alterar de formas extremas o entendimento desses sons gravados.

O workshop propõe o mapeamento e organização de algumas texturas e estruturas básicas do discurso musical e a análise de como as ferramentas de estúdio interagem para inserir os sons nesses contextos. Tal mapeamento permite que as decisões, quanto à utilização do equipamento do estúdio, sejam tomadas partindo de escolhas estéticas, e não técnicas. Buscamos, com isso, fundamentar essas decisões, com base em princípios simples de análise musical e em técnicas para ouvir e entender como as ferramentas de estúdio afetam a música.

Bio:

Engenheiro de áudio responsável pela gravação do disco ganhador do Grammy Latino 2018 e 2015 na categoria “Best Latin Jazz Album” e com dez discos indicados ao Grammy Latino (categorias Engenharia de Áudio por duas vezes), melhor Disco de Samba, melhor Disco de Música Erudita, melhor Canção em Português, melhor Disco de MPB), além de diversos prêmios Tim e Rival-BR. Coautor do livro “Fita Demo, um manual de produção”, Rodrigo é professor de Tecnologia na Música e de matérias teóricas musicais na Faculdade Souza Lima, em São Paulo. Mestre pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro com foco em Didática de Práticas Musicais Interpretativas, onde desenvolveu a metodologia usada neste workshop.

 

19 de abril | das 16h às 17h15min

Tema: DIFUSÃO DA MÚSICA INSTRUMENTAL CONTEMPORÂNEA NO MUNDO

Palestrantes: Débora Venturini (Assessora de Comunicação) | Mariana Sayad (Jornalista, produtora do Real Book Brasil)

Sinopse:

O objetivo do workshop é fazer um panorama da música instrumental no Brasil, mostrar um diagnóstico de como está o cenário, quem a está executando, aonde ela tem acontecido e quais os projetos que buscam aumentar sua difusão, ao catalogar e disponibilizar, de forma acessível, esse novo repertório, contribuindo para a manutenção, preservação e divulgação do que há de melhor na sua produção contemporânea. Além disso, o Real Book Brasil é uma das maneiras mais eficazes de auxiliar a sistematização do ensino de música, pois com um repertório grande publicado em uma única coleção, faz que alunos e professores consigam fruir o repertório, principalmente, o de músicas contemporâneas.

Bio:

Débora Venturini atua no mercado de assessoria de imprensa para projetos culturais há 20 anos e como produtora cultural há 10 anos. É Diretora da Venturini Assessoria de Comunicação, empresa especializada em comunicação corporativa e planejamento de divulgação na mídia espontânea de clientes de diversos setores. No segmento da música, já divulgou eventos pelo país como Festival de Inverno de Bonito, Festival América do Sul Pantanal, Mostra Internacional de Cinema Infantil de Florianópolis, Bienal Brasil do Livro e da Leitura, Feira Literária de Bonito, Arcevia Jazz Feast, Feira Preta, Pão Music, Canadá Capital São Paulo, entre outros. Trabalhou com artistas como Amilton Godoy, Lupa Santiago, Ricardo Herz, Ná Ozzetti, Patrícia Bastos, Dante Ozzetti, Dani Gurgel e outros. Participa, ativamente, na produção executiva de projetos como editais, shows, festivais, mostras, etc. É produtora do projeto GIG Nova do jornal O Estado de São Paulo. Em outras áreas, desenvolve projetos relacionados ao Terceiro Setor e Setor Dois e Meio (negócios sociais), na criação, execução e divulgação. Atua também como parecerista do Ministério da Cultura para projetos de música. 

Mariana Sayad é jornalista, especialista em história, sociedade e cultura e possui MBA em Bens Culturais – Cultura, Economia e Gestão. Ela atua na elaboração e coordenação de projetos culturais há mais de dez anos. Entre seus trabalhos principais estão: pesquisa para Árvore Genealógica da Música Instrumental Brasileira, com Mané Silveira, entrevistas para o projeto Vozes da Música Instrumental e mediação de rodas de conversa do Festival Brasil Instrumental. Trabalhou na Secretaria de Cultura e Turismo de Pouso Alegre/MG, foi parecerista da Lei Rouanet do Ministério da Cultura e atuou no Conservatório e Faculdade de Música Souza Lima, em São Paulo. Atualmente, é produtora do Real Book Brasil, cofundadora do Observatório Luneta e editora do site Cultura não é Perfumaria.

 

19 de abril | das 17h30 às 18h45min

Tema: VIOLÃO BRASILEIRO – SETE CORDAS TÉCNICA E ESTILO

Palestrante: Rogério Caetano (Músico, indicado ao Grammy Latino)

Sinopse:

Oficina que oferece oportunidade de contato direto com o violonista para entender como ele pensa a música e o processo de criação. É uma importante ferramenta de transferência de conhecimento com um método e estilo próprios, cuja missão é disseminar a cultura da música brasileira e preservar a cultura, principalmente do choro e do samba. Serão apresentados contrapontos da música brasileira desde seus primeiros passos, com o mestre Pixinguinha, até a atual técnica do violão de sete cordas de aço, através de explanações teóricas e demonstrações práticas feitas por Rogério Caetano baseado no seu método próprio “Sete Cordas Técnica e Estilo”.

A oficina explicará, de maneira clara e precisa, o caminho a ser seguido pelos aspirantes ao conhecimento dessa cultura e ao domínio da técnica das baixarias (contrapontos) para que obtenham resultados rápidos e satisfatórios. Contempla, dessa forma, estudantes de instrumentos variados. O repertório que será abordado é constituído de choros e sambas clássicos, principais referências para aqueles que pretendem conhecer a fundo essa linguagem brasileira. Será também evidenciado aos alunos, através da análise de acordes cifrados, o papel harmônico que o violão sete cordas de aço desempenha nos diferentes grupos instrumentais em toda história fonográfica do Brasil. A oficina proposta se baseia no livro+CD homônimos de autoria de Rogério Caetano feito em parceria com o violonista Marco Pereira.

Bio:

Violonista, compositor e arranjador, o goiano radicado em Brasília Rogério Caetano é bacharel em composição pela Universidade de Brasília e representa uma nova escola do violão de sete cordas de aço. A partir dos fundamentos de Dino Sete Cordas e Raphael Rabelo, desenvolveu uma linguagem revolucionária. Com o choro e o samba como suas principais referências, alcançou seu lugar ao lado dos grandes nomes do violão brasileiro.

Com um método destinado ao instrumento e uma discografia de sete álbuns próprios– dois indicados ao Prêmio da Música Brasileira (2007/2013), um ao Grammy Latino (2009) e outro vencedor do IMA pelo voto popular (2015), em 2016 ganhou dois prêmios no 27º Prêmio da Música Brasileira: Melhor Grupo e Disco Instrumental com o CD Tocata à Amizade de Yamandu Costa. Também foi premiado como Artista Instrumental no Prêmio Profissionais da Música (2017).  Em parceria com o violonista Marco Pereira, escreveu o método “Sete Cordas, Técnica e estilo”. O livro recebeu grande destaque pela revista Guitar Player, considerando-o um método de grande importância para o aprendizado do instrumento.

Rogério Caetano vem difundindo sua forma de tocar através de concertos no Brasil e países como França, Itália, Portugal, Espanha, Alemanha, Áustria, Turquia, China, Israel, Estados Unidos, Índia, África do Sul e Equador. Seu método já foi apresentado em workshops e oficinas em festivais de música, tais como: Oficina de Música de Curitiba e Festival de Música de Domingos Martins; Curso Internacional de Verão da Escola de Música de Brasília; SESC Festival Internacional de Música de Pelotas, Festival Internacional de Música de Londrina-PR e Festival de Mandolines em Lunel (França).

 

20 de abril de 2018 | Local: Shopping Pier 21 | Sala 

 

20 de abril | das 11h às 12h15min

Tema: SINCRONIZAÇÃO – COMO NÃO TRANSFORMAR SUA ARTE EM COMMODITY

Palestrante: Maurício Tagliari (Músico, Produtor Musical)

Sinopse:

Noções básicas de parâmetros de negociação e das possibilidades de colocação de obras e músicas na indústria de audiovisual.

Bio:

Formado pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, o guitarrista, compositor e produtor musical Mauricio Tagliari é fundador do grupo de jazz Nouvelle Cuisine. Atua desde os anos 80 nos mercados fonográfico e publicitário, primeiramente como produtor de áudio da agência DPZ e, a partir de 1992, como sócio da ybmusic, premiada produtora de som e selo independente que frequenta, regularmente, as listas de melhores lançamentos do ano (Tulipa, Lucas Santtana, Romulo Froes, etc). Assina a direção artística de bandas históricas como Nação Zumbi, Trio Mocotó e novos talentos como Comadre Fulozinha, Lulina e Blubell.

Autor de trilhas sonoras de comerciais para grandes clientes como Diageo, Unilever, Coca-Cola, Petrobrás, Brasken, Mitsubishi, Bombril, Vivo, Tim, assim como de longa-metragens como Redentor e Mulher Invisível, Garcia, Mundo Cão, da série Magnífica 70 da HBO e da música adicional em El Passado. Também foi diretor musical da série Cantoras do Brasil para o Canal Brasil.

 

20 de abril | das 12h30 às 13h45min

Tema: MIX DIY – DRIVE IT YOURSELF – AS NOVAS OPORTUNIDADES PARA ARTISTAS INDEPENDENTES NO MUNDO DIGITAL

Palestrante: Marcos Chomen (Business Development)

Sinopse:

A regra na era da música digital é que não existem regras. As grandes gravadoras já sabem disso e por isso procuram artistas estejam com uma grande base de fãs e carreira construída como independentes. Independência significa liberdade para fazer a música que se gosta, adotar o modelo de negócios que mais se adapta a sua carreira, e contratar as melhores pessoas e empresas – Drive It Yourself. No workshop vamos explorar vários casos de sucesso de artistas que adotaram diferentes estratégias para alavancar sua carreira, apresentar as diversas fontes de receita disponíveis hoje no digital e mostrar ferramentas para auxiliar no aumento da base de fãs.

Bio:

Diretor executivo de negócios latinos da CDBaby – Distribuidora Digital líder mundial de música independente com mais de 800 mil artistas, Marcos Chomen atuou como executivo de empresas de software como Cognos, Business Analytics e IBM. Faz parte do comitê da BM&E – Organização de exportação de Música Brasileira financiada pela Apex. É palestrante em feiras e congressos de música como Porto Musical (Recife), ABMI (Rio de Janeiro), Festival Contrapedal (Uruguay), Seminário Internacional de Música Digital na Universidade de Brasília, Circulart (Colombia), FIMPro (México), SIM São Paulo, Campus Party entre outros.

 

20 de abril | das 14h30 às 15h45min

Tema: INTRODUÇÃO À PRODUÇÃO MUSICAL: ARTE, TECNOLOGIA E MERCADO

Palestrante: Marcelo Fruet (Compositor, Produtor Musical)

Sinopse:

Na oficina de produção musical I, intitulada “Introdução à Produção Musical”, o produtor Marcelo Fruet pretende esclarecer o conceito, o papel e o ofício de produtor musical, utilizando-se de conceitos teóricos e relatos de sua experiência profissional. A intenção será fornecer uma base teórica para a sustentação necessária ao ingresso no nível prático da profissão de produtor, assim como preparar outros profissionais para o estabelecimento e a manutenção de uma relação saudável com o ambiente de estúdio, produção e mercado fonográfico.

O foco principal do projeto não é ensinar aos participantes a utilizarem ferramentas de áudio ou instrumentos de música, mas provocar o pensamento sobre as questões humanas inerentes ao processo de criação e desenvolvimento do material ou produto artístico, a partir das possibilidades de amadurecimento técnico, artístico e mercadológico que um bom produtor pode ajudar a propiciar: Por que dizer isso? Essa canção emociona? Onde está a autenticidade desse artista? Que influências podem estar muito evidentes ofuscando sua autoria? Como encontrar sua personalidade? Quais as decisões duras, mas necessárias? Como se escutar melhor? Como escutar o outro? Como saber o que você quer? Como transformar as suas limitações em algo positivo? Depois de pronta a arte, o lançamento está apenas começando? Etc.

Bio:

Um dos mais consolidados produtores musicais da cena alternativa do sul do Brasil, Marcelo Fruet já trabalhou com artistas como Apanhador Só, Dingo Bells, Pública, Mulamba, Estrela Leminski & Téo Ruiz, Da Guedes e Chimarruts, entre outros. Há mais de 15 anos no mercado, o produtor auxilia artistas a amadurecerem suas ideias e obterem um salto em suas carreiras, preparando-os para que se tornem emergentes, assinem com um selo ou simplesmente ocupem um espaço de vanguarda na música popular.

Além de artista, compositor e produtor premiado, Fruet também é membro da AES International e da The Latin Recording Academy, faz músicas originais para filmes e produz atividades educativas relacionadas a áudio e música. Formado em Publicidade pela PUC-RS e  Áudio pela IAV-SP, o produtor ainda passou pela Los Angeles Music Academy e participou de diversas atividades complementares com nomes de peso,  a exemplo do britânico Tony Platt.

 

20 de abril | das 16h às 17h15min

Tema: A MÚSICA EM FESTAS E FESTIVAIS DE RUA

Palestrantes: Adriana Belic (Produtora Cultural) | Fernando Calvozo (Publicitário, Curador) | Luiz Delfino Cardia (Pesquisador, Curador) | José Mauro Gnaspini (Projetos Especiais MINC) | Vander Lins (Produtor Cultural)

Sinopse:

Longe de serem apenas eventos, as festas e festivais de rua remetem ao uso contemporâneo que se faz da cidade, que envolvem, segundo Heitor Frúgoli, tanto uma “experiência de rua”, construída de perto a partir do enfrentamento de realidades concretas, como uma “ideia de rua”, que transborda a experiência da vida citadina real: uma contribuindo paradoxalmente com a outra na construção coletiva da cidade.

Bio:

 

Adriana Belic é produtora e gestora cultural, graduada na área de Marketing pela Anhembi Morumbi, com especializações em Comunicação e em Marketing pela ESPM, e pós-graduação em Gestão de Negócios pelo SENAC. É diretora técnica da Belic Arte.Cultura e é a atual secretaria-adjunta de Cultura e Juventude da cidade de Mauá, em São Paulo.

 

 

Fernando Calvozo é publicitário, gestor cultural, curador de festivais de música e de artes na Secretara de Estado da Cultura de São Paulo e em outros estados, como os Festival de Inverno de Campos do Jordão, Semana Guiomar Novaes e Festival América do Sul. É o atual diretor de Atividades Culturais do Memorial da América Latina.

 

 

Luiz Delfino Cardia é formado em administração pela FESPSP e marketing pela UNIP, com pós-gradução pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo e London School of Economics. É pesquisador da imigração e cultura alemã, e curador cultural dos Festivais Maifest e Brooklinfest, realizados pela Associação Brooklin, em São Paulo.

 

 

José Mauro Gnaspini: Graduado em Direito pela universidade de São Paulo (1996), com especialização em Direito Privado pela Universidade de São Paulo (1996) e Mestrado em Cinema pela Universidade de São Paulo (2003). Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Teoria da Comunicação. Está Assessor Especial do Ministro de Estado da Cultura.

 

 

Vander Lins: Graduado em Comunicação pela Anhembi Morumbi e Artes Cênicas pelo SENAC, é produtor cultural e de eventos corporativos, tendo integrado equipes de festivais, tais como Lollapalooza, Planeta Terra, Nokia Trends, Tomorrowland Brasil, entre outros. É atual gerente de Projetos Especiais na Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

 

 

20 de abril | das 17h30min às 18h45min

Tema: AS BIOGRAFIAS MUSICAIS

Palestrante: Deborah Sztajnberg (Doutora em Direito Público)

Sinopse:

A ousadia de se escrever uma biografia musical no Brasil da atualidade vem desafiando escritores e artistas em alguns embates que, por vezes, privilegiam o público ou não. Ao contrário dos chamados países desenvolvidos, onde a liberdade de expressão tem maiores espectros do que o direito a intimidade e a privacidade, o Brasil ainda tenta encontrar o meio termo entre tais direitos, aparentemente, conflitantes.

Bio:

Deborah Sztajnberg é mestre em Direito do Entretenimento e doutora em Direito Público, tendo escrito sua tese, justamente, sobre a questão das biografias. É advogada de inúmeros artistas, produtores e empresários, bem como assessora de diversas casas de espetáculos e empresas do ramo, além de professora em diversos cursos de pós-graduação relacionados à cultura e entretenimento. Teve vários artigos sobre o tema publicados no Brasil e exterior. É autora dos aclamados livros “O show não pode parar: direito do entretenimento no Brasil” e “Cala boca já morreu: A censura judicial das biografias”.

21 de abril de 2018 | Local: Shopping Pier 21 | Sala 

21 de abril | das 11h às 12h15min

Tema: NOVO CENÁRIO MUSICAL

Palestrante: Jacques Figueras (Produtor Cultural, Músico)

Sinopse:

Com o tema “Novo cenário musical para o artista Independente: da criação à divulgação e venda de um projeto musical”, o workshop apresenta o passo a passo para trabalhar no Music Business, da criação do projeto até a divulgação e a venda.

Bio:

Produtor cultural e músico, o francês Jacques Figueras, que reside no Brasil há doze anos, assina trabalhos com importantes nomes como Madeleine Peyroux, Mike Stern, Sumi Jo, Paris Jazz Big Band, Gregory Porter, entre muitos outros. Produziu “Song for Maura”, álbum que promoveu o encontro do renomado saxofonista e clarinetista Paquito D’Rivera com o Trio Corrente, vencedor do Grammy Award em 2013 e Latin Grammy em 2014, ambos na categoria “melhor álbum de jazz latino”. Jacques também é fundador do site e blog “O Assunto é Produção”, referência para a nova geração de músicos e produtores em que estimula interessados em produção e gestão de carreira.

 

21 de abril | das 12h30min às 13h45min

Tema: O BRASIL NO MIDEM 2018

Palestrante: Marinilda Boulay (Produtora Cultural, Representante MIDEM)

Sinopse:

Midem é o evento de música líder mundial que reúne, conecta e apoia essa comunidade a nível global  para trocar informações e experiências, criar, tocar ao vivo, forjar relacionamentos e moldar o futuro da música.

Você está pronto para moldar o futuro da música? Nessa palestra percorremos os 4 principais hubs do MIDEM, ou seja:

Network & Negócios Nos ambientes dedicados aos universos musicais e digitais  em constante mudança, conhecendo os principais tomadores de decisão de todo o mundo. A compreensão do que está em jogo hoje com as mudanças da era digital é mais importante do que nunca, para que todos possam ter sucesso na indústria da música.

Artistas & Criatividad: eles são o coração da indústria e estão no núcleo de qualquer evento do Midem.

Connecimento & educação: A indústria da música sempre esteve em constante movimento para se reinventar. Para construir um negócio ligado à música com chances de progredir e de ser sustentável, todos os envolvidos nessa indústria precisam constantemente aprender e se atualizar, não importa se você é um veterano ou um jovem executivo.`

Juventude e inovação: Música é uma das indústrias que tem um número expressivo de jovens e o Midem representa esta demografia, que é a principal força motriz dessa indústria, que deve inovar e encontrar novos modelos.

Bio:

Marinilda é produtora cultural, pesquisadora, criadora da edição pioneira em português, francês e inglês do “Guia do Mercado Brasileiro da Música”, e do site www.guiadamusica.org. Também dirige o Projeto “Música: Cultura em Movimento”, que compreende fóruns e workshops sobre as influências das interfaces digitais na cultura e na música. É responsável pela produção e comunicação de eventos e turnês nacionais, e é representante do MIDEM no Brasil, principal plataforma internacional para a música.

 

21 de abril | das 14h30min às 15h45min

Tema: FENÔMENO ANITTA – COMO CONSTRUIR MARCAS IMPOSSÍVEIS DE SE IGNORAR NA MÚSICA

Palestrante: Pedro Valli (Cofundador Pac Music)

Sinopse:

Com o objetivo de investigar métodos consistentes e significativos para a criação de estéticas inovadoras em projetos artísticos da área musical, este trabalho debruça-se sobre algumas teorias advindas do neuromarketing, como o “Golden Circle”, do consultor de marketing Simon Sinek; “A pirâmide de Maslow”, do psicólogo Abraham Maslow, a Teoria dos Arquétipos, de Carl Gustav Jung, e a abordagem realizada por Margaret Mark e Carol S Pearson em “O herói e o fora da lei”.

Deste modo, traça-se uma trajetória argumentativa em que se aponta a necessidade de estabelecimento e “tangibilização”, por parte dos artistas musicais, de um propósito claro em suas ações, a fim de engajar significativamente o público. Na sequência, os arquétipos são apresentados como aliados à construção de uma “multissensorialidade” estética de marcas representadas por artistas musicais, demonstrando-se, ao final, que à exploração dos aspectos sensoriais de uma marca se alia ao padrão de fruição do consumidor contemporâneo.

Bio:

Profissional e pesquisador da área de Inteligência Musical, cofundador da incubadora de artistas Pac Music, Pedro Valli também é técnico em marketing formado em Produção Musical pela Anhembi Morumbi e pós-graduando em Negócios da Música pela BSP/Anhembi Morumbi. Possui mais de oito anos de experiência no setor da música e realizou inúmeros trabalhos como produtor de eventos, gerente de carreira e produtor musical.

 

21 de abril | das 16h às 17h15min

Tema: NOVAS FERRAMENTAS DE COMUNICAÇÃO

Palestrante: Vinícius Madureira Soares (Músico, Publicitário)

Sinopse:

O workshop tem foco na apresentação de ferramentas digitais, praticamente desconhecidas do público brasileiro, capazes de ampliar o alcance de divulgação e receita de músicos e compositores. O objetivo é apresentá-las junto com a demonstração de boas práticas de uso, através de casos de sucesso de artistas brasileiros.

Bio:

Vinícius Soares é músico, publicitário e está à frente da Palco Digital, agência de inteligência musical focada no planejamento de marketing de músicos independentes. Já atendeu a mais de mil músicos dentro e fora do Brasil, além de fomentar uma comunidade online de, aproximadamente, 50 mil artistas.

 

PAINÉIS

19 de abril de 2018 | Local: Shopping Pier 21 | Praça

 

Dia: 19 de abril | das 10h às 11h

Tema: ROBERTO MENESCAL 80 ANOS: E AÍ, QUAL É A SUA BOSSA?

Descrição: Painel inaugural

Painelista: Roberto Menescal

Mediador: Gustavo Vasconcellos

Bio:

Com uma carreira de mais de 50 anos, ele é autor de clássicos como “O Barquinho”, “VocêNós e o Mar” e “Rio”. O artista capixaba, radicado no Rio de Janeiro, também participou de trilhas sonoras de filmes como Joana FrancesaBye Bye Brasil e Sabor da Paixão, e tem quatro livros biográficos publicados. Aos 80 anos, Menescal continua se apresentando ao redor do mundo, além de atuar como produtor musical.

Sobre Menescal, vale lembrar que ele também foi homenageado no Grammy Latino de 2013 por sua contribuição e relevância artística no campo musical com o Prêmio à Excelência Musical da Academia Latina da Gravação. Um dos criadores da Bossa Nova, Menescal foi eleito por uma comissão julgadora da Junta Diretiva da Academia Latina e recebeu o troféu em uma cerimônia especial na véspera da cerimônia do Grammy Latino.

 

19 de abril | das 16h30min às 17h30min

Tema: A RENDA DO AUTOR NA ERA DIGITAL E NO AUDIOVISUAL

Descrição:

Um panorama sobre a rentabilidade e a sustentabilidade do autor brasileiro em dois dos principais canais de geração de recursos e oportunidades.

Painelistas: Manno Góes (Músico, Diretor Vogal UBC) | Chico Ribeiro

Mediador: Marcelo de Carvalho

Bio:

Manno Góes é cantor, músico e compositor nascido e residente em Salvador, Bahia. Sócio-fundador da banda Jammil e Uma Noites, foi por muitos anos o baixista e principal compositor do grupo. Emplacou sucessos como “Mila”, “Acabou”, “Praieiro”, “Ê Saudade”, “Minha Estrela”, “De Bandeja” e “Dani”, essa última em parceria com o Biquíni Cavadão, entre outras composições que lhe renderam, por muitos anos, as primeiras posições do ranking elaborado pelo Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD).

Reconhecido nacionalmente como um dos maiores compositores baianos e uma das referências da Axé Music, já foi gravado por artistas como Netinho, Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Biquini Cavadão, Orlando Morais, Asa de Águia, Cláudia Leitte, Cheiro de Amor, entre outros, que tornaram suas músicas conhecidas em todo o país através de suas vozes.

Manno Góes é também um dos criadores do Movimento Musical Alavontê, grupo formado por artistas baianos; Diretor Vogal da União Brasileira de Compositores (UBC) e colunista semanal de Esporte do jornal baiano A Tarde.

Chico Ribeiro atua no mercado de música desde 1965, quando começou na Polygram, hoje gravadora Universal. Durante muitos anos trabalhou com Roberto Menescal, dando-lhe assessoria administrativa. Posteriormente foi para a gravadora EMI, onde assessorou o João Augusto (hoje na DECKDISC) e o Torcuato Mariano.

Atuou também no ramo editorial, na editora Phonogram (hoje Universal) e na editora EMI onde trabalhou com José Antonio Perdomo. No ramo de sociedade autoral, esteve na Abramus e hoje cuida do setor de Artistas & Repertório da União Brasileira de Compositores – UBC.

19 de abril | das 18h às 19h

Tema: A VIOLA, O BRASIL E SUA CULTURA POPULAR: PARA AONDE VAMOS?

Descrição:

Um rico debate com legítimos representantes da cultura popular nacional apresentando belos horizontes, novos caminhos e um novo prêmio para a música brasileira.

Painelista: Chico Lobo (Músico) | Volmi Batista (Músico) | Estela Ceregatti (Musicista, Professora de Canto) | Junior da Violla (Músico)

Mediador: João Araújo

Bio:

Chico Lobo é excepcional violeiro, compositor e cantador, além de arranjador, produtor, diretor musical. Mineiro de São João Del Rei, Chico Lobo tem mais de 30 anos de amor e vivência junto ao rico universo da viola brasileira — conhecida por viola de 10 cordas, de arame, viola caipira. Seu carisma e presença de palco envolvem, rapidamente, todos estilos de público. Cantigas, clássicos do sertão, catiras, cateretês, congados, folias, lundus, maracatus, batuques e modas têm em suas mãos interpretações elegantes e contemporâneas.

Chico Lobo recebeu o Prêmio Profissionais da Música como Melhor Artista Raiz Regional em 2015, 2016 e 2017. Em 2015 recebeu o Título de Honra ao Mérito pelo reconhecimento de sua contribuição para a cultura, em sua cidade natal. Através de sua fundação, o Instituto Sócio Cultural Chico Lobo, atende a duas escolas rurais com aulas de violas e cultura para mais de 60 alunos. Foi homenageado com o Prêmio Mineiro da Música Independente e nomeado embaixador do Divino Espírito Santo (Festa folclórica de S.J.Del Rei) e Guarda Coroa de Santo Antônio (Congado/MG).  É apontado pela crítica como um dos mais ativos e efetivos violeiros no processo de valorização e divulgação deste instrumento típico que já o levou a importantes palcos nacionais e internacionais como: Itália, Canadá, Chile, Colômbia e China.

De 1995 para cá lançou mais de 25 Cds – entre obras de carreira, parcerias e coletâneas e dois DVDs e produziu espetáculos. Recentemente, lançou o CD “Viola de Mutirão – do Sertão ao Mundo” no Grande Teatro do Palácio das Artes, com participações de Renato Teixeira, Quinteto Violado, João Araújo, Paulinho Pedra Azul e Maria Betânia. Esta cantora, inclusive, incluiu sua composição “Criação” no DVD em que celebra 50 anos de carreira.

O artista ajuda a tornar a aldeia global mais caipira. E, por isso, mais bela, lírica e sábia. E é hoje, sem dúvida, um dos expoentes do Brasil.

Volmi Batista, Mineiro de Coromandel está em Brasília desde 1971 tendo atuado em vários segmentos da cultura no Distrito Federal. Teatro, Cineclubismo e Música são algumas das atividades desenvolvidas.Trabalhou durante seis anos como diretor da divisão de cultura da cidade do Núcleo Bandeirante, onde criou a biblioteca pública, a feira da lua, o festival “canta cidade livre dentre outros. O gosto pela viola caipira surgiu quando conheceu a dupla Zé Mulato & Cassiano no final da década de 70 e o violeiro Roberto Corrêa, com quem aprendeu algumas“manhas” deste instrumento fascinante e misterioso. Violeiro e cantador, produtor cultural, pesquisador, e empresário artístico, dirige atualmente a VBS Produções e Eventos empresa voltada para a valorização, manutenção e divulgação das manifestações tradicionais da cultura brasileira. Fundador do Clube do Violeiro Caipira, onde atualmente presidente de honra, e do programa “Violas e Violeiros”,rádio cultura FM, 100,9, responsável pela programação e apresentação. participou ativamente da criação da ANVB, onde preside o conselho deliberativo. Como violeiro e cantador, se apresenta em todo o Brasil.

Estela Ceregatti é a cuiabana Estela Ceregatti, graduada em Licenciatura em Música pela UFMT, é compositora, cantora, instrumentista, sonoplasta, professora de canto, eterna aprendiz e pesquisadora dos sons do mundo. Já dividiu o palco com importantes nomes da música, como Ivan Lins, Renato Braz, Simone Guimarães, Novelli, Hélio Flanders, Makely Ka, Alisson Menezes, Ebinho Cardoso Mauricio Detoni, Paulo Monarco, Téo Ruiz e Estrela Leminsky, Gabriel Levy, Mario Aphonso III, Sami Tarik, Eduardo Taufic, Roberto Taufic e Áurea Martins.

Com três discos lançados, Estela foi contemplada pelo projeto de Circulação Sesc Amazônia das Artes, com o grupo Monofoliar (2013) e selecionada para o Festival Nacional FEMUCIC/Sesc, em Maringá/PR (2013). Foi vencedora do 2° lugar do Prêmio da Canção do Araguaia (2013) e, em 2014, participou do Festival Sesc de Música Leão do Norte em Petrolina. Foi contemplada pela Mostra Sesc de Cultura do CARIRI, em 2013 e 2017. Em 2016, realizou a criação da trilha sonora original do espetáculo Oramortem, contemplado pelo Projeto Palco Giratório/Sesc, com o qual circulou por 25 cidades brasileiras. Estra trilha também lhe rendeu o prêmio Nacional Cenyn de Teatro, como Melhor Sonoplastia e como Melhores Efeitos Sonoros.

Em 2017, ela lançou o primeiro CD solo, “AR”. No mesmo ano foi contemplada pelo Prêmio Grão de Música/SP, onde além de ser referenciada nacionalmente como compositora, participou de uma coletânea com 14 compositores brasileiros e se apresentou na abertura da cerimônia de premiação. Também participou da Mostra Nacional de Música do SESC ESEM, no Rio de Janeiro, onde participou de intercâmbio com outros 10 compositores brasileiros e apresentou o show AR.

 

O violeiro Junior da Violla tem um longo currículo dentro do universo da viola. Bacharel em música pela FAAM, pesquisador da história do instrumento, atua desde 1999 como concertista de viola com dois trabalhos lançados: Chão Marcado ( 2009 ) e Grandes Clássicos da Música Sertaneja (2015). Foi agraciado com dois Prêmios Rozini de Excelência na Viola Caipira em 2010 e 2013 e é endorser das duas maiores marcas relacionadas a viola no país: a Rozini no segmento de instrumentos musicais e a Giannini no segmento de encordoamentos. É professor de viola desde 2000 e foi pioneiro no ensino de viola online no Brasil em 2006. Atualmente é um dos maiores representantes da viola de 12 cordas. Se apresenta nas ruas de São Paulo e em eventos diversos com o Projeto Violando Conceitos, espetáculo aonde leva sua viola ao máximo do experimentalismo transformando o instrumento em uma banda completa com o auxílio de loopings, efeitos e técnicas diversas unindo no bojo de sua viola o moderno e o tradicional.

20 de abril de 2018 | Local: Shopping Pier 21 |Praça

 

20 de abril | das 10h às 11h

Tema: INSTRUMENTOS E EQUIPAMENTOS

Descrição:

Do press release ao apoio de marcas de instrumentos e equipamentos. Como conseguir apoio/patrocínio para minha música?

  • Como a escolha do equipamento certo para seu som e sua música pode influenciar todo o processo de desenvolvimento de parcerias com empresas de equipamentos e instrumentos
  • Como planejar, selecionar e organizar informações relevantes para abordar um gestor, marca e/ou fabricante da área musical e outros segmentos.
  • Como montar projetos especiais e reports de resultados. diferenças cruciais entre contratos de apoio, parceria e patrocínio.
  • O que as empresas esperam e como sua banda pode produzir conteúdo relevante online/offline para atrair apoiadores.

Painelista: Jean Patton | Aquiles Priester

Mediador: Renata Gomes (Habro Music)

Bio:

Renata atua há mais de 15 anos como gestora de comunicação e marketing, desenvolvendo estratégias tanto para marcas internacionais do segmento de equipamentos musicais, como para artistas e eventos da área de música e entretenimento. Além de gerente de Comunicação e Marketing da importadora Habro Music, também é professora das Universidades Mackenzie e Anhembi Morumbi nos cursos de Marketing & Negócios da Música, e curadora de eventos de conteúdo como Expomusic Talks, São Paulo Tech Week, Levi’s Talks, entre outros.

Apaixonada por conectar pessoas, marcas e propósitos, Renata movimenta o mercado como gerente de comunicação da Music Talks, comunidade que visa a integrar músicos, produtores, educadores, startups e empreendedores musicais de todo o Brasil por meio de conteúdo, eventos e ações em prol do mercado.

 

 

Jean Patton é um guitarrista brasileiro que com sua banda, Project 46, já se apresentou em palcos de grandes festivais no Brasil (Rock in Rio, Monsters of Rock, Maximus etc) e no mundo afora.

 

 

 

 

Aquiles Priester é um baterista brasileiro eleito por diversas vezes o melhor baterista do mundo. Atualmente excursiona com a banda Hangar e com o guitarrista americano Tony Macalpine.

 

 

 

20 de abril |16h às 17h

Tema: O rock toca onde?

Painelistas: Jean Patton | Estrela Leminski | Giovani Papaléo | Bruno Oxe 

Mediador: Marcos Chomen

Bio:

Marcos Chomen é diretor de desenvolvimento de negócios latinos da CDBaby (Distribuidora digital líder mundial de música independente com mais de 800 mil artistas (http://www.cdbaby.net),   Illustrated Sound – Youtube MCN (https://illustratedsound.com/), DashGo – Distribuição Digital para Selos e AdRev.net  – YouTube MCN. Atuou como executivo de empresas de software como Cognos, Business Analytics e IBM. Faz parte do comitê da BM&E – Organização de exportação de Música Brasileira financiada pela Apex. É palestrante em feiras e congressos de música como Porto Musical (Recife), ABMI (Rio de Janeiro), Festival Contrapedal (Uruguay), Seminário Internacional de Música Digital na Universidade de Brasília, Circulart (Colombia), FIMPro (México),

 

 

Estrela é escritora e compositora curitibana, tendo publicado “Cupido, cuspido, escarrado”, “Poesia é Não” e participado das antologias “Geração 2000 da Global Editora” e “Poemas para crianças de todas as idades”. E 2006 publicou a monografia “Contra-Indústria”, sobre música independente brasileira, e o CD de composições “Música de Ruiz” em co-autoria com Téo Ruiz. O disco lançado em parceria “São Sons” foi eleito um dos melhores discos do ano d e 2011 pelo prêmio embrulhador, e em 2013 lançaram o DVD deste trabalho. Em 2014 Estrela gravou um cd duplo de composições de Paulo Leminski e organizou seu songbook, lançado em 2015. Em 2017 Estrela e Téo lançaram o álbum visual (CD+12 videoclipes e um dvd) “Tudo que não quero falar sobre amor”. Atua em produção de eventos culturais, como a FIMS (Feira Internacional da Música do Sul).

 

Bruno Oxe – 2 músicas no Filme Deus é Brasileiro (Cacá Diégues) | 3 indicações para o Prêmio Tim de Música | Vencedor em 2 categorias no Prêmio Levi’s Be Original (melhor música e melhor clipe – OXE) | Lançamento do disco (Karranka – OXE) no Festival SXSW em Austin – Texas | 3 discos lançados (OXE) sendo os dois ultimos com produção musical de Fernando Nunes (baixista do Zeca Baleiro) e Brendan Duffey (Norcal Studios – California) | Finalista do Prêmio Profissionais da Música 2017 | Semi-finalista do Festival Claymore A Chance (Sony Music) 2017 | Direção de arte no material gráfico do DVD The White Balance – Kiko Loureiro | Melhor Jingle – Prêmio Guerreiros de Criação | Prêmio Central de Outdoor categoria Ouro.

 

 

 Jean Patton é um guitarrista brasileiro que com sua banda, Project 46, já se apresentou em palcos de grandes festivais no Brasil (Rock in Rio, Monsters of Rock, Maximus etc) e no mundo afora.

 

 

Giovanni Papaléo é engenheiro mecânico (funcionario há mais de 30 anos do metro do recife), produtor de eventos curador de festivais, baterista e fundador da uptown band, banda pioneira da cena do blues em Pernambuco.

Produtor de alguns dos principais projetos de música instrumental, jazz e blues do norte e nordeste do país.

 

 

20 de abril | das 18h às 19h

Tema: NOVAS PLATAFORMAS DE CIRCULAÇÃO DE MÚSICA AO VIVO

Descrição:

Uma abordagem acerca do panorama da circulação ao vivo da música brasileira em 2017. Os palestrantes falarão sobre sua a própria circulação durante o ano passado e suas impressões sobre as cenas musicais das diferentes cidades que visitaram.

Painelistas: Cláudia Assef (Jornalista, DJ)  | Laura Lopes (Diretora Música Mundo) | Téo Ruiz (Músico, Produtor)

Bio:

Jornalista e DJj, Cláudia Assef é autora do único livro escrito no Brasil sobre a história do DJ e da cena eletrônica nacional. Seu livro, “Todo DJ Já Sambou – A História do Disc-Jóquei no Brasil” foi lançado em 2003 com eventos em várias cidades do país. O livro vendeu mais de 25 mil cópias.

Formada em jornalismo, atuou em vários veículos brasileiros como Folha de São Paulo, Folha da Tarde, sucursal do Correio Braziliense em São Paulo, revistas Volume01 e Beatz, Bizz, Bravo, DJ World, Jovem Pan, Disco Club, Revista da MTV, Estado de São Paulo. Como diretora de conteúdo do Virgula, implementou um novo conceito editorial no portal, que passou a apostar num conteúdo mais focado para o jovem urbano. Foi lá que nasceu o programa Todo Mundo é DJ, que agora Claudia mantém no seu site próprio, Music Non Stop. O blog Todo DJ Já Sambou nasceu em meados de 2007 e no início de 2008 migrou para o site Rraurl.com.

Foi no período em que viveu na França que começou a “discotecar”, motivada pela efervescência de clubs que frequentrava, a exemplo do Rex, Tryptique, Batofar e Le Pulpe. De volta ao Brasil, em 2001, Claudia estreou como DJ na Ambiance, casa que misturava house, disco e electro. Naquele mesmo ano, a DJ/jornalista também estreou no rádio, com um programa semanal na 97FM (Energia), em São Paulo, o “Clubtronic Especial”. Em 2003, tornou-se residente do clube Lov.e.

Participou do lançamento de vários eventos e movimentos da cena eletrônica como a Mínima, Sonarsound São Paulo, Electronic Music Fair, Skol Beats 2005 e 2006, Speedy Experience, Nokia Trends 2004 e 2005, MicroMutek e Motomix 2006.

Como DJ, manteve a noite Discology dedicada à pesquisa musical das eras mais remotas da música eletrônica, do funk e ao hip hop. Nos toca-discos, sua principal intenção é fazer dançar sempre. Além de ser publisher do MNS, é idealizadora da festa infantil Disco Baby (www.facebook.com/festadiscobaby) e está à frente do projeto do primeiro Museu do DJ do mundo, que terá sede em São Paulo.

Laura Lopes é diretora do encontro internacional Música Mundo e da Disco Produções. Circula por diversas feiras de música mundo afora como forma de fortalecer a presença do MM no calendário internacional e representar a música feita em Minas Gerais. O Música Mundo vem se consagrando como uma plataforma de encontros profissionais da música brasileira em intercâmbio com o mundo. Laura Lopes também é cantora e compositora e integra o Coletivo ANA.

 

 

Téo Ruiz é músico, compositor, produtor atuante, estudante de violão e percussão e diretor geral da Feira Internacional de Música do Sul (FIMS), um evento que se propõe a abrir espaços para a geração de negócios musicais com foco na região sul. Pós-graduado em Música Popular Brasileira pela Faculdade de Artes do Paraná, em 2010, concluiu mestrado em etnomusicologia pela Universidad de Valladolid, na Espanha, sendo a indústria musical brasileira e a reconfiguração do setor o tema de sua dissertação.

Foi solista do coral da UFPR, participou de CDs, de vários festivais e eventos de música e poesia pelo país. Em 2006, lançou o CD Tudo Tem Recheio (2006) com a banda Casca de Nós, do qual foi coprodutor. Idealizou o projeto Independência ou Sorte. e lançou o livro “Contra-Indústria” em coautoria com Estrela Leminski.  Com Estrela lançou o projeto musical “Música de Ruiz” e o disco “São Sons”. Com uma proposta multimídia, o show deste trabalho deu origem ao DVD de mesmo nome, em 2013, e circulou as 5 regiões do país. Após turnês na Europa e nos Estados Unidos, em 2016 preparam seu próximo álbum que conta parcerias com artistas como Kléber Albuquerque, Alice Ruiz, Makely Ka, Felipe Radicetti, entre outros.

Como pesquisador, publicou diversos artigos sobre a indústria da música em revistas e eventos acadêmicos, além de ser convidado por universidades para palestras e ministrar cursos em eventos como o Festival de Inverno de Garanhuns, Festival de Inverno de Antonina e Festival das Artes de Goiás, além de Sescs em diversos estados brasileiros. Entre 2010 e 2012, foi o Interlocutor Geral do Fórum Nacional da Música, participando de eventos pelo país discutindo políticas públicas para o setor e representando esses músicos em reuniões importantes com associações e poder público.

Como empreendedor e produtor cultural, está à frente de projetos coletivos como “Música na Cidade” e “Vozes da Cidade”, além de fazer a coordenação de produção das exposições “Múltiplo Leminski” e “Poeta Alice”. Assina a produção executiva de diversos projetos de lei de incentivo à cultura desde 2005, tanto na esfera municipal quanto federal, e de editais nacionais como Petrobras Cultural e Caixa Cultural.

Em 2016 lançou o livro “A Autoprodução Musical” pela editora Iluminuras, fruto de suas pesquisas sobre a indústria da música e o papel do compositor.

 

21 de abril de 2018 | Local: Shopping Pier 21 | Praça

 

21 de abril | das 10h às 11h

Tema: A MÚSICA É INDEPENDENTE?

Descrição:

O que é ser independente na indústria da música no século XXI? Este painel apresentará um debate sobre o cenário em que se encontra a estética independente com participações internacionais.

Painelistas: Alfonsina | Brian Collins (Produtor, Gerente de Carreira) | Flávio Scubi | Pena Schmidt (Produtor Musical)

Bio:

Alfonsina é compositora, multi-instrumentista e coprodutora de seu último álbum “Pactos”, lançado em meados de 2017. Seu primeiro trabalho, “El bien traerá el bien y el mal traerá canciones” (O bem trará o bem e o mal trará canções), ganhou o Prêmio Graffiti da Música Uruguaia como “Melhor Artista Novo” em 2015.

O trabalho de Alfonsina atraiu a atenção do rótulo inglês de “Sofar”, sendo a única artista latina a ser publicada em sua primeira compilação mundial com a música “Por no saber decir”. “Pactos” é o segundo álbum de estúdio de Alfonsina e conta com excelente recepção de críticos especializados e público.

O disco foi considerado um dos 10 melhores do ano pelo jornal “El País”, assim como figura em listas do “Indie Hoy”, “La Diaria”, e vários outros blogs especializados. No palco, ela exibe uma variedade de músicas, e poesia de alta intensidade emocional e performática.

Brian Collins, conhecido profissionalmente como Essince, é considerado o “poster hip hopper para o sonho americano” (Revista URB). Nasceu na extrema pobreza em Tegucigalpa, Honduras e adotou-se no meio-oeste antes de, finalmente, encontrar seu lugar no hip-hop. Criado no nordeste de Ohio, começou sua carreira musical aos 11 anos. Ele foi colocado na lista “Próximos 1000” da revista URB e se apresentou várias vezes no Japão, na Tailândia e nas Filipinas. Com turnês bem-sucedidos da Ásia, um documentário com o DJ Vlad e várias excursões e shows esgotados pelos Estados Unidos, Essince estabeleceu sua empresa, a Royal Heir Entertainment em 2008, especializada em reservas de turismo, mídia, distribuição e design. Atualmente,  Essince possui uma equipe de basquete profissional, os Aviadores Akron na icônica Associação Americana de Basquete (ABA), e gerencia a carreira da sensação viral Layla Khepri.

Flávio de Abreu (ou Flávio Scubi) tem Bacharel em Administração de Empresas pela FGV/SP e mestrado pela Sciences-Po Paris. Já trabalhou para várias empresas multinacionais em diferentes áreas e realizou projetos em mais de 15 países da África, Médio Oriente, Europa e América do Sul . Desde 2006 Flávio está à frente da Scubidu Music, uma agência de música especializada em turnés internacionais, selo e gerenciamento de carreiras. Atualmente é empresário do lendário músico Hermeto Pascoal e da cantora e compositora Anelis Assumpção. Foi responsável pela produção e programação da Virada Cultural Paulista 2015.

 

Augusto José Botelho Schmidt, mais conhecido com Pena Schimidt, é um produtor musical, que fez carreira como executivo e diretor de gravadoras (esteve na Warner Music e é o responsável direto pelo surgimento dos Titãs, Ira!, Ultraje a Rigor, Magazine entre outros). Também foi proprietário do selo independente Tinitus, presidente de Associação Brasileira da Música Independente (ABMI), diretor de palco e proprietário da empresa de produção musical StageBrainz e superintendente do Auditório Ibirapuera.

Teve seu primeiro contato com o mundo da música através da banda inglesa The Beatles, quando tinha 16 anos, em 1966. Nunca, porém, teve afinidade para o aprendizado de instrumentos musicais, havendo estudado violão e piano, confessando, anos mais tarde, que “minha mão não era de música.

Já juventude, estudando em revistas importadas que tratavam sobre áudio, Pena Schmidt conseguiu emprego no Estúdio Scatena, em São Paulo. Convidado a trabalhar exclusivamente com o grupo Os Mutantes, Pena Schmidt se desliga do Estúdio Scatena e se muda para a Serra da Cantareira, junto com a banda, em 1974. O saldo da parceria foram oito meses de turnê por todo o país.

Passou, então, a coordenar a produção dos maiores festivais brasileiros como o primeiro Hollywood Rock; as apresentações de Jazz na TV Cultura; o Rock in Rio e a primeira edição do Free Jazz Festival. Depois de passar pela gravadora Continental, onde produziu o primeiro disco de Almir Sater, deu um tempo da música para fundar uma fábrica de pipas de náilon, que gerou 4 filiais pelo país. Retornou ao mundo da música, como “olheiro” da WEA, a convite de André Midani, que tentava fazer com que sua companhia de discos emplacasse na capital paulistana.

Como produtor de discos, trabalhou para a Continental Discos, WEA, Som Livre e sua gravadora Tinitus. Produziu cerca de 50 discos com hits que ainda são tocados no rádio. Contratou e produziu artistas de longa carreira, como Titãs, Ultraje a Rigor, Ira!, Os Mulheres Negras.

 

21 de abril | das 16h30min às 17h30min

Tema: A ECONOMIA É CRIATIVA?

Descrição:

Uma apresentação abrangente sobre a importância da criatividade para a riqueza da economia.

Painelistas: Décio Coutinho (Professor, Pesquisador) | Saulo Camarotti (cofundador Behold Studios) | Thomas Roth (Músico, Produtor Musical)

Mediador: Gustavo Vidigal (Gestor cultural)

Bio:

Décio Coutinho é graduado em Administração de Empresas, mestre em Gestão do Patrimônio Cultural pela PUC-GO e possui pós-graduações e especializações feitas na Itália e Espanha. Desde 2001 vem atuado em projetos de cultura, criatividade e turismo. Também é professor de pós-graduações, palestrante, pesquisador e consultor e, atualmente, é analista do SEBRAE Goiás.

De 2008 para cá atuou como coordenador nacional de cultura no SEBRAE Nacional; superintendente executivo da Secretaria de Cultura do Estado de Goiás; membro do Conselho Estadual do Meio Ambiente de Goiás, do Fórum Estadual de Turismo de Goiás e da Comissão Goiana de Folclore, além de representar o estado de Goiás em eventos como a 3ª conferência Nacional de Cultura.

Foi curador e jurado de diversos editais nacionais, como o Prêmio Cultura Viva 2008/2010 e Edital Nacional Conexão VIVO 2010; coordenador-geral do Encontro de Negócios da Feira Música Brasil 2010; fundador da Rede Nacional de Gestores de Fomento e Incentivo à Cultura e da Rede Ibero-Americana de Comunidades, Territórios e Economia Criativa; gestor responsável pela implantação da Incubadora Goiás Criativo, plataforma de desenvolvimento da Economia Criativa em Goiás em parceria com o Ministério da Cultura e coordenador de Goiás da Formação em Gestão Cultural do Centro-Oeste, pela UNB/MinC.

Saulo Camarotti é formado em Ciência da Computação pela Universidade de Brasília e pós-graduado em Jogos Digitais no IESB-DF, cofundador da Behold Studios, criadora dos premiados Knights of Pen & Paper e Chroma Squad. Atualmente, Saulo é Diretor Regional do Centro-Oeste da Abragames, responsável pelo BRING – Mostra Brasiliense de Indie Games e produtor de jogos e diretor criativo na Behold Studios.

 

 

Thomas Roth foi definido o presidente de Honra do Júri do PPM 2018. Nascido no Rio de Janeiro e residente em são Paulo, Thomas Roth é produtor musical, compositor, músico, cantor, ator, apresentador e jurado de televisão.

Em carreira solo, nos anos 70, sua música “Quero” foi gravada por Elis Regina no álbum “Falso Brilhante”. No começo dos anos 80 fez alguns álbuns em dupla com Luiz Guedes, com quem formou uma dupla pop. A música “Nova Estação” também foi gravada por Elis Regina. Thomas participou de diversos programas da televisão, como Chacrinha, Hebe, Flávio Cavalcanti, Silvio Santos, J. Silvestre, Raul Gil, Globo de Ouro, Clube do Bolinha, Fantástico e Festivais da Globo de 80, 81 e 85; Festival da TV Cultura em 2006 e muitos outros.

Thomas está por trás de diversas composições conhecidas, tais como: “Canção de Verão” e “Vôo Livre – Roupa Nova; “Fica Comigo” – Placa Luminosa, Rick e Renner; “Amor” – Claudia Leitte, Daniel, Fafá de Belém; “Amo você” – Peninha; “Chama da Paixão” – Jane Dubock; “Tô carente mas tô legal” – Mara Maravilha; “Amiguinhos” – Turma do Carrossel”; “Laços do Coração” – Chiquititas e “Cachoeira” – Ronnie Von, além de ter gravações de outros intérpretes de suas músicas, como Leonardo, Luiza Possi, Emílio Santiago, Beto Guedes, Ângela Maria, MPB4, Flávio Venturinni, Gilliard, entre muitos outros. No total são mais de 250 músicas gravadas. Várias viraram tema de novela, prefixo de programa de TV, de rádio, etc. Gravou ainda, fazendo “backing vocal”, em discos de Elis Regina, Ângela Maria, entre outros.

Ao longo de sua carreira criou e produziu mais de 10 mil fonogramas publicitários, entre hinos, jingles, trilhas sonoras, vinhetas musicais, assinaturas sonoras, músicas, temas, etc, ao longo de quase 44 anos como “músico publicitário”. Foi presidente da Aprosom – Associação Brasileira das Produtoras de Fonogramas Publicitários e da ABMI – Associação Brasileira da Música Independente. Compôs o júri dos programas “Ídolos”, “Astros”, “Qual o seu Talento?” e “Esse artista sou eu”, todos no SBT, de 2005 a 2014.

Hoje Thomas Roth é sócio das empresas Lua Nova Produções Sonoras, Rega Edições Musicais e Elemess Music & Services.

Gustavo Pereira Vidigal é gestor cultural e pesquisador, sendo atualmente o responsável pela implementação da agenda de economia criativa no Governo do Distrito Federal. Dividindo sua vida entre o serviço público, investigação acadêmica e movimentos socioculturais, devotou seus últimos 10 anos à formulação de políticas e estudos sobre cultura, desenvolvimento e cooperação internacional. Durante este período, desenvolveu diversas iniciativas, dentre as quais é possível destacar a fundação de incubadora de empreendimentos culturais em universidade federal brasileira, a implementação de modelo de avaliação do principal fundo local de apoio à cultura do país e a estruturação de programa nacional de economia da cultura. No campo acadêmico, tem desenvolvido e advogado pelo conceito de uma economia criativa de base comunitária. Em 2017, foi reconhecido como liderança global na cultura por programa gerido pela União Europeia e foi selecionado para participar do programa de líderes emergentes gerido pelo OCP Policy Center, um dos 10 melhores think tanks do mundo.

 

21 de abril | das 18h às 19h

Tema: INICIATIVAS PÚBLICAS E SOCIAIS QUE CONTRIBUÍRAM PARA A MÚSICA EM 2017

Descrição:

Painel composto por representantes de órgãos públicos que apresentarão as iniciativas realizadas em 2017, e como andam as políticas públicas de incentivo de suas cidades.

Painelistas: Adriana Belic (Produtora Cultural) | Léo Feijó (Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro) | Ruth Buarque |Márcia Fernanda Siqueira Araujo

Bio:

Adriana Belic é produtora e gestora cultural, graduada na área de Marketing pela Anhembi Morumbi, com especializações em Comunicação e em Marketing pela ESPM, e pós-graduação em Gestão de Negócios pelo SENAC. É diretora técnica da Belic Arte.Cultura e é a atual secretaria-adjunta de Cultura e Juventude da cidade de Mauá, em São Paulo.

 

 

 

Léo Feijó é jornalista, empreendedor cultural e gestor de políticas públicas no campo da economia criativa. É o atual subsecretário-adjunto de Cultura na Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro. Coordena o curso Música & Negócios PUC-Rio desde 2012. Participou de missões no exterior a convite do British Council (Londres, 2012), do Instituto Cultural da Dinamarca (Copenhague, 2013) e do Sebrae (Womex, em Budapest, 2015). Criou mais de uma dezena de espaços culturais no Rio de Janeiro (Casa da Matriz, Teatro Odisseia e Cinematheque, entre outros). Foi diretor do Sindicato de Bares e Restaurantes (SindRio) entre 2006 e 2016. Publicou o livro “Rio Cultura da Noite – uma história da noite carioca”, em 2014, e coordena os projetos “Prêmio Noite Rio 2012, 2013 e 2014” e “1976: Movimento Black Rio 40 anos”.

 

 

Márcia Fernanda Siqueira Araujo é formada em Licenciatura em Música, pela UFBA, com Especialização em Ensino das Artes, atuou por 12 anos na rede Particular de Ensino e há 11 anos é professora da Rede Municipal de Educação. Há dois anos está na Secretaria Municipal de Educação, atuando como Supervisora e acompanhando todas as ações que envolvem as linguagens de artes – Artes Visuais, Dança, Música e Teatro.

 

 

Ruth Buarque é Assistente Social formada pela PUC/SP, com especialização em Terceiro Setor e mediadora judicial formada pela Unicorp – Universidade Corporativa do TJBA e em Direitos Humanos, Mediação de Conflitos e Cidadania.

Desde 2005 atua como Diretora de Desenvolvimento Social da Associação Pracatum (Salvador/BA), desenvolvendo ações de atendimento social em comunidade, projetos educacionais, sociais e culturais e educadora social no projeto internacional Campamento de la Paz.

Trabalhou por 7 anos no Conselho da Comunidade Solidária e no Programa Artesanato Solidário, em Brasília e São Paulo, presidido pela Dra Ruth Cardoso, na área de assessoria, acompanhamento e avaliação de projetos sociais e culturais e gestão de negócios da Central ArteSol com ênfase na prática de comércio justo.

 

Entrada Franca Capacidade: 50 lugares