Júri

Thomas Roth

Foi definido o Presidente de Honra do Júri do PPM 2018. Nascido no Rio de Janeiro, morando em São Paulo. Thomas Roth é produtor musical, compositor, músico, cantor, ator, apresentador e jurado de televisão. O Prêmio Profissionais da Música tem 3 etapas de votação. Na primeira etapa votam os profissionais da música previamente cadastrados no site, na segunda etapa quem vota é o público em geral, e na terceira etapa quem votará será a Comissão Julgadora.

Em carreira solo, nos anos 70, sua música “Quero” foi gravada por Elis Regina no álbum “Falso Brilhante”. No começo dos anos 80 fez alguns álbuns em dupla com Luiz Guedes, com quem formou uma dupla pop. A música “Nova Estação” também foi gravada por Elis Regina. Thomas também participou de diversos programas da televisão, como Chacrinha, Hebe, Flávio Cavalcanti, Silvio Santos, J. Silvestre, Raul Gil, Globo de Ouro, Clube do Bolinha, Fantástico e Festivais da Globo de 80, 81 e 85; Festival da TV Cultura em 2006 e muitos outros.

Thomas está por trás de diversas composições conhecidas, tais como: “Canção de Verão” e “Vôo Livre – Roupa Nova; “Fica Comigo” – Placa Luminosa, Rick e Renner; “Amor” – Claudia Leitte, Daniel, Fafá de Belém; “Amo você” – Peninha; “Chama da Paixão” – Jane Dubock; “Tô carente mas tô legal” – Mara Maravilha; “Amiguinhos” – Turma do Carrossel”; “Laços do Coração” – Chiquititas e “Cachoeira” – Ronnie Von, além de ter gravações de outros intérpretes de suas músicas, como Leonardo, Luiza Possi, Emílio Santiago, Beto Guedes, Ângela Maria, MPB4, Flávio Venturinni, Gilliard, entre muitos outros. No total são mais de 250 músicas gravadas. Várias viraram tema de novela, prefixo de programa de TV, de rádio, etc. Gravou ainda, fazendo “backing vocal”, em discos de Elis Regina, Ângela Maria, entre outros.

Thomas criou e produziu mais de 10.000 fonogramas publicitários, entre hinos, jingles, trilhas sonoras, vinhetas musicais, assinaturas sonoras, músicas, temas, etc, ao longo de quase 44 anos como “músico publicitário”. Foi presidente da Aprosom – Associação Brasileira das Produtoras de Fonogramas Publicitários e da ABMI – Associação Brasileira da Musica Independente. Foi jurado dos programas “Ídolos”, “Astros”, “Qual o seu Talento?” e “Esse artista sou eu”, todos no SBT, de 2005 a 2014.

Hoje Thomas Roth é sócio das empresas Lua Nova Produções Sonoras, Rega Edições Musicais e Elemess Music & Services.

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Bruno Boulay

Diretor-fundador de TOTEM Records, um dos primeiros selos independentes de “World Music” na França no final dos anos 80, dedicado ao desenvolvimento de produções artísticas ao nível internacional. Após ter lançado vários artistas africanos, o selo TOTEM Records se dedicou, em meados dos anos 90, a promoção na França e Europa de artistas da nova cena brasileira como Lenine, Chico César, Fernanda Abreu, Daúde, Karnak, entre outros.

Colaborou também no empresariado internacional de artistas como Johnny Clegg, Geoffrey Oryema, Richard Bona e Lokua Kanza.

Foi coordenador de diversos projetos discográficos e de espetáculos com a participação de artistas brasileiros e franceses, como foi o caso na programação do Heineken Festival em 1997, 1998 e 2000 no Brasil, e do Festival Latitude Villette-Brésil em 2000 na França.

Entre 2000 e 2015, criou e dirigiu o Bureau Export de la Musique Française no Brasil, o “bureauexport São Paulo”, sendo encarregado de missão na aérea da musica da Embaixada da França no Brasil entre 2004 e 2009, e “Expert Industrias Culturais” da Embaixada da França junto ao SESC São Paulo entre 2010 e 2015. Em 2016, foi consultor para a BM&A (Brazil Music & Arts) e o Festival d’Ile-de-France para a programação de 8 bandas paulistanas na abertura do festival, no dia “São Paulo, o Som do Brasil”.

 

Marinilda Boulay

Responsável pela criação e realização pioneira do Guia do Mercado Brasileiro da Música desde sua primeira publicação em 2003 e de seu site : www.guiadamusica.org
Autora do livro ”Música: cultura em movimento”.
Coordenadora editorial de diversas publicações bilingues (francês/português) em co-edição entre a associação ITC e a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.

Produtora e Diretora artística de diversas turnês de artistas brasileiros e internacionais no Brasil desde 2000 assegurando também a comunicação dos concertos junto à imprensa. Produtora do Festival Cultural na Estância de Socorro desde 2009, que acontece todos os anos no mês de julho.
Produtora da turnê do “Trio Universos” (música eletroacústica) em 12 cidades brasileiras com o patrocínio da Petrobras (PPP – Programa Petrobras Cultural) em 2011 – ver www.triouniversos.com.br
Produção dos projetos de cultura tradicional “Congada nas escolas” e “Fitas e Flores” realizados com o apoio do ProAc da Secrecataria de Cultura do Estado de São Paulo
Membro das associações sem fins lucrativos: BMA- Brasil música e Arte : www.bma.org.br; ITC – Totem Cultural : www.totemcultural.org.br, que buscam o desenvolvimento da cultura brasileira e seu intercâmbio com outras culturas. ICA – Instituto Cultura e Arte que gera o Conservatório Musical da cidade de Socorro-SP.

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Fernando Anitelli

Anitelli é atorinstrumentistacompositor e responsável pela criação do projeto O Teatro Mágico, um projeto que mistura arte circense, cultura, poesia e discussões políticas, nas quais Fernando debate assuntos relacionados a temas como a importância da arte e da cultura independente, pluraridade e distribuição livre de conteúdo. Atualmente mantém ainda um trabalho solo chamado “As Claves da Gaveta”, se apresenta em formatos de voz e violão, dá palestras e oficinas relacionados à música e educação.

Nasceu em Presidente Prudente e foi criado na cidade de Osasco, em São Paulo. Anitelli brincava com arranjos e melodias desde os 13 anos. Após entrar na Faculdade de Comunicação Social formou a banda Madalena 19, como primeira forma de amadurecimento como musico. Foram quase dez anos de ensaios e apresentações de pequeno porte.

Então Anitelli obteve experiências como ator, trabalhando com diretores como Oswaldo MontenegroIsmael Araújo e Caio Andrade, e outros tipos de oficinas e conhecimento que lhe renderam noções básicas de expressão corporal, domínio de palco e outros elementos vindos da escola do teatro, indispensáveis em seus shows.

Em 2011 lançou seu primeiro trabalho soloAs Claves da Gaveta com antigas composições suas.

Em 2014, participa do álbum Sambô Em Estúdio e Em Cores, da banda Sambô, na faixa “Tempo Perdido“. Em 2015, participou da canção “Trono de Estudar”, composta por Dani Black em apoio aos estudantes que se articularam contra o projeto de reorganização escolar do governo estadual de São Paulo. A faixa teve a participação de outros 17 artistas brasileiros: Chico BuarqueArnaldo Antunes (ex-Titãs), TiêDado Villa-Lobos (Legião Urbana), Paulo Miklos (Titãs), Tiago IorcLucas Silveira (Fresno), Filipe CattoZélia Duncan, Pedro Luís (Pedro Luís & A Parede), André Whoong, Lucas Santtana, Miranda Kassin, Tetê Espíndola, Helio Flanders (Vanguart), Felipe Roseno e Xuxa Levy.

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Flávio de Abreu           

Flávio de Abreu tem Bacharel em Administração de Empresas pela FGV/SP e mestrado pela Sciences-Po Paris. Já trabalhou para várias empresas multinacionais em diferentes áreas e realizou projetos em mais de 15 países da África, Médio Oriente, Europa e América do Sul . Desde 2006 Flávio está à frente da Scubidu Music, uma agência de música especializada em turnês internacionais, gerenciamento de carreiras e selo discográfico. Foi Coordenador Geral da Virada Cultural Paulista 2015.

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Manno Góes

Emmanuel Góes Boavista, mais conhecido como Manno Góes é compositorescritorcantor e baixista brasileiro.

Começou a vida artística tocando em barzinho, em Salvador, aos 18 anos. Fez faculdade de jornalismo e publicidade e começou a tocar profissionalmente como baixista na banda de Jauperi, em 1992.

Em Novembro de 1993 fundou o Jheremmias Não Bate Corner. Em Junho de 1997 saiu do Jheremmias Não bate Corner e fundou o Jammil e Uma Noites. Compôs os grandes sucessos do Jammil e Uma Noites como: “Praieiro”, “Celebrar”, “Mil Poemas”,“Tchau, I Have to Go Now”; “Ê Saudade”;”De Bandeja“; “MInha Estrela”, “Lança, Lança“, “Pra Te Ter Aqui” , “Acabou”, “Axé Minas”, entre outros.

 

Em Junho de 2009 viajou para Los Angeles, para gravação de um cd solo, como projeto paralelo, com músicas pop rock. A produção musical do CD tem a assinatura do experiente Torcuato Mariano, guitarrista argentino radicado no Brasil, que traz na bagagem trabalhos com Djavan, Gal Costa, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Cazuza, e muito mais. O seu CD solo se chamou “E Assim os Dias Vão” e saiu pela Som Livre, atingindo a marca de dez mil cópias vendidas. A música “Simples”, a segunda de trabalho deste CD, fez parte da trilha sonora da novela da Globo Araguaia, de 2009. Em Fevereiro de 2010 o então cantor do Jammil e Uma Noites, Tuca Fernandes, seguiu em carreira solo. Em seu lugar entrou Levi Lima. A banda voltou as paradas de sucesso com “Colorir Papel”. Em 2013 Manno deixa de fazer parte da banda Jammil e Uma Noites, apesar de ainda manter laços, continuar sócio da banda e compor para o grupo, e monta o projeto Alavontê. O Alavontê é um projeto de amigos artistas baianos, criado na casa de Manno, por Manno Góes e Andrezão Simões. Durval Lelys, Magary Lord, Adelmo Casé, Ramon Cruz, Jonga Cunha, Ricardo Chaves e Armandinho Macedo também fazem parte do Alavontê. Em 2014 Manno lançou seu primeiro livro, “Acarajé Bour Mecier”, lançado pela editora P55. Atualmente assina uma coluna semanal de esportes no jornal A Tarde, em Salvador e faz parte da diretoria da UBC.

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Monique Dardenne

Monique Dardenne é uma importante protagonista do mercado da música no Brasil. Bacharel em direito, Monique cogitou ser delegada, mas acabou caindo nos bastidores da música, estando à frente de turnês brasileiras de nomes como Snoop Dogg. Com sua agência, a MD/A, administrou bookings de alguns dos principais artistas da música eletrônica nacional, como ANNAWehbba e Joyce Muniz. Monique foi label manager da extinta Skol Music por dois anos, e foi a primeira representante da webserie inglesa Boiler Room no Brasil, durante três. Em 2016, criou ao lado de Claudia Assef a plataforma Women’s Music Event, que se desmembrou em diversos formatos, incluindo o inédito prêmio WME Awards by VEVO, o primeiro dedicado somente às mulheres da indústria musical no Brasil.

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Claudia Assef

Autora do único livro escrito no Brasil sobre a história do DJ e da cena eletrônica nacional, a jornalista e DJ Claudia Assef tomou contato com a música de pista ainda criança, por influência dos pais, um casal festeiro que não perdia noitadas nas discotecas que fervilhavam na São Paulo dos anos 70. Seu livro, “Todo DJ Já Sambou – A História do Disc-Jóquei no Brasil” foi lançado em 2003 com eventos em várias cidades do país. O livro vendeu mais de 25 mil cópias e atualmente se encontra esgotado.

Formada em jornalismo em 96, Claudia começou a trabalhar como free-lancer para o caderno “Acontece”, da Folha de S. Paulo, e foi contratada pelo extinto jornal Folha da Tarde, como repórter do caderno “Show”. Depois de uma rápida passagem pela sucursal paulistana do jornal Correio Braziliense, onde atuou na cobertura de cultura, Claudia foi contratada pela Folha de S. Paulo, como repórter do caderno “Folhateen”, atuando nas coberturas de comportamento e música. Em 2000, Claudia foi escolhida para o programa de bolsistas do jornal e foi trabalhar como correspondente em Paris. De volta ao Brasil, trabalhou entre 2001 e 2003 no caderno Ilustrada.

Durante o período em que viveu na França, freqüentando clubes como Rex, Tryptique, Batofar e Le Pulpe, Claudia resolveu começar a discotecar. De volta ao Brasil, em 2001, com vários discos de vinil franceses no case, Claudia estreou como DJ, na noite Ambiance, que misturava house, disco e electro. Naquele mesmo ano, a DJ/jornalista também estreou no rádio, com um programa semanal na 97FM (Energia), em São Paulo, o “Clubtronic Especial”. Em 2003, Claudia se tornou residente do clube Lov.e (com a festa Discology).

Ainda em 2003, Claudia foi convidada pelo grupo Abril para editar a revista “Volume01”, de música e cultura eletrônica. No mesmo ano, ela assumiu o comando de outra revista, a independente “Beatz”. Em 2004, lançou a primeira noite de minimal techno e vertentes do Brasil, a Mínima, ao lado da DJ Eli Iwasa. Como consultora, sócia da agência Supercontents, Claudia esteve envolvida na criação e/ou desenvolvimento do Sonarsound São Paulo,  Electronic Music Fair (EHF), Skol Beats (line-up do “trio elétrico”) 2005 e 2006, Speedy Experience, Nokia Trends 2004 e 2005, MicroMutek e Motomix 2006.

Entre 2004 e 2006, Claudia escreveu para revistas brasileiras e gringas, como Bizz, Bravo, DJ World, Jovem Pan, Disco Club (Portugal), Revista da MTV, entre outras. O blog Todo DJ Já Sambou nasceu em meados de 2007 e no início de 2008 migrou para o site Rraurl.com.

Como DJ, Claudia manteve a noite Discology (em parceria com Camilo Rocha) no Vegas, dedicada à pesquisa musical das eras mais remotas da música eletrônica, do funk e ao hip hop. Nos toca-discos, sua principal intenção é fazer dançar sempre.

Traduzindo em batidas, seus sets passeiam por tecno, house e electro com influências que vão desde o clima quente do dub até a frieza robótica do breakbeat alemão. Claudia já tocou ao lado de DJs como Marc Houle, Troy Pierce, Greg Wilson, Tim Sweeney, Ellen Allien, entre outros, e se apresentou nos principais clubes do país.

Em 2010, Claudia dirigiu a exposição Smirnoff@Nightlife, realizada no Castelinho da av. Brigadeiro Luis Antônio. A mostra reuniu fotos, flyers, discos de vinil, figurinos, documentários, memorabilia de clubes e de gente da noite numa retrospectiva inédita que se propôs a contar 40 anos de noite numa ambientação de museu.

Em 2010 e 11, esteve à frente do programa Discologia, que foi ao pela extinta Oi FM, e manteve no jornal O Estado de S. Paulo a coluna Ouvido Absoluto, sobre música eletrônica.

Como diretora de conteúdo do Virgula, Claudia implementou um novo conceito editorial no portal, que passou a apostar num conteúdo mais focado para o jovem urbano. Foi lá que nasceu o programa Todo Mundo é DJ, que agora Claudia mantém no seu site próprio, Music Non Stop.

Além de ser publisher do MNS, Claudia é idealizadora da festa infantil Disco Baby (www.facebook.com/festadiscobaby) e está à frente do projeto do primeiro Museu do DJ do mundo, que terá sede em São Paulo.

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Pedro Valli

Profissional e pesquisador da área de Inteligencia Músical, co-fundador da incubadora de artistas Pac Music. Técnico em marketing, formado em Produção Musical pela Univesidade Anhembi Morumbi e pós graduando em Negócios da música pela BSP/Anhembi Morumbi. Possui mais de 8 anos de experiência no setor da música, realizando inúmeros trabalhos como produtor de eventos, gerente de carreira e produtor musical.

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Eron Quintiliano

Idealizador e Diretor do MATE (Música, Arte, Tecnologia e Educação) Encontro internacional que reúne profissionais do mercado da música e economia criativa da América do Sul, acontece no sul do Brasil, na cidade de Porto Alegre.

Como produtor e agente desde o ano de 2000, produziu mais de 1.000 shows, com importantes artistas brasileiros e estrangeiros, em diferentes capitais e cidades do interior em diversos estados do Brasil, e na Europa, em países como Portugal, Espanha, Suiça, França, Itália e Inglaterra, com artistas como: Marcelo D2, Spok Frevo Orquestra, Cyro Baptista, Batida, Mad Professor, Nação Zumbi, Titãs, Sepultura, entre muitos. Foi responsável pela Direção de Produção de projetos especiais, como o DVD “O Baú do Raul” (Som Livre) gravado na Fundição Progressso, Rio de Janeiro em 2014, e o “Especial MTV – Marcelo D2 na Casa da Música”, na cidade do Porto, Portugal no ano de 2006. É curador e consultor de festivais, e gestor de projetos especiais.

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Mariana Guel

Nascida em meio concreto e cerrado de Brasília, a cantora e comunicadora Mariana Guel, apresenta o projeto Selva, com show intitulado ” Atmosfera”, junto dos músicos Walter Cruz e Thiago Delima Cruz, com um repertório voltado para a mpb contemporânea, misturando traços de bossa nova, eletrônico e afrobeat. 

O músico Walter Cruz, pianista e bastante atuante em projetos eletrônicos autorais e em bandas da cidade, como Stoyca, Felipe K e Kelton Gomes, contribui com seu toque inovador em linguagem de música digital e uso de sintetizadores e MIDI, já Thiago Delima Cruz, percussionista e iluminador cênico, atualmente pesquisando diversas vertentes de inovação e sonoridades incrementa o trio que discute tais sonoridades.

A Selva, trata-se de todo o mistério e descoberta de se reconhecer como humano no mundo. O par de oposto da constate gangorra da auto percepção, muitas vezes dentro pra fora, outras de fora pra dentro. 

Representa a selva da floresta e o ruído urbano. Ouvir a Selva é entrar em uma atmosfera muito fácil de se conectar com o seu íntimo e ao mesmo tempo de causar estranhamento.

Essa atmosfera se apresenta com o melhor dos diálogos entre a voz da cantora, suas composições misturadas a composições de grandes ícones da música, como Milton Nascimento, Elza Soares, João Donato, Felipe Catto e os sons da composição eletrônica e da percussão. 

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Fabiana Batistela

Fabiana Batistela é formada em Comunicação Social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing e começou sua vida profissional como repórter da Revista Bizz. Em 2002, fundou a Inker Agência Cultural, empresa especializada em assessoria de comunicação para artistas e eventos de música, assim como consultoria, idealização e produção de projetos. Com um currículo vasto, a agência já realizou diversos eventos e projetos dedicados à nova produção musical brasileira e inúmeras turnês de bandas internacionais no Brasil. Fabiana também é diretora geral da Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo/ www.simsaopaulo.com).

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Renata Gomes

Renata atua há mais de 15 anos como gestora de Comunicação e Marketing, desenvolvendo estratégias tanto para marcas internacionais do segmento de equipamentos musicais, como para artistas e eventos da área de música e entretenimento.

Além de Gerente de Comunicação e Marketing da importadora Habro Music, também é professora das Universidades Mackenzie e Anhembi Morumbi nos cursos de Marketing & Negócios da Música, e curadora de eventos de conteúdo como Expomusic Talks, São Paulo Tech Week, Levi’s Talks, entre outros.

Apaixonada por conectar pessoas, marcas e propósitos, Renata movimenta o mercado como Community Manager da Music Talks, comunidade que visa integrar músicos, produtores, educadores, startups e empreendedores musicais de todo o Brasil por meio de conteúdo, eventos e ações em prol do mercado.

 

 

 

Daniel Domingues

Pesquisador do Mapa Musical RJ. Mestre em Cultura e Territorialidades pela Universidade Federal Fluminense. Começou a atuar como empreendedor cultural em 2007 e foi netweaver e fundador da Ponte Plural. Atualmente é Coordenador de música da Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro.

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Pena Schmidt

Augusto José Botelho Schmidt, também conhecido como Pena Schmidt, é um produtor musical, ex-executivo e diretor de gravadoras (esteve na Warner Music e é o responsável direto pelo surgimento dos Titãs, Ira!, Ultraje a Rigor, Magazine entre outros). Também foi proprietário do selo independente Tinitus, ex-presidente de Associação Brasileira da Música Independente (ABMI), diretor de palco e proprietário da empresa de produção musical StageBrainz, ex- superintendente do Auditório Ibirapuera.

Teve seu primeiro contato com o mundo da música através da banda inglesa The Beatles, quando tinha 16 anos, em 1966. Nunca, porém, teve afinidade para o aprendizado de instrumentos musicais, havendo estudado violão e piano, confessando, anos mais tarde, que “minha mão não era de música. O ouvido era”. Deixou sua cidade natal, Taubaté, ainda muito pequeno, para ser criado em Santos. Aos 18 anos, seguiu rumo a Minas Gerais, onde foi estudar na Escola Técnica de Eletrônica de Santa Rita do Sapucaí.

Estudando em revistas importadas que tratavam sobre áudio, Pena Schmidt conseguiu o seu segundo emprego, no Estúdio Scatena, em São Paulo. Convidado a trabalhar exclusivamente com o grupo Os Mutantes, Pena Schmidt se desliga do Estúdio Scatena e se muda para a Serra da Cantareira, junto com a banda, em 1974. O saldo da parceria foram oito meses de turnê por todo o País.

Passou, então, a coordenar a produção dos maiores festivais brasileiros. O primeiro Hollywood Rock, realizado no Rio de Janeiro em 1975, produzido por Nelson Motta, as apresentações de Jazz na TV Cultura, ainda nos anos 70; mais tarde, o Rock in Rio e a primeira edição do Free Jazz Festival, ambos em 1985. Depois de passar pela gravadora Continental, onde produziu o primeiro disco de Almir Sater, entre o final de década de 1970 e o início da década de 1980 deixou a música de lado, fundando uma fábrica de pipas de náilon, que gerou 4 filiais pelo país. Retornou ao mundo da música, como “olheiro” da WEA, a convite de André Midani, que tentava fazer com que sua companhia de discos emplacasse na capital paulistana.

Como produtor de discos, trabalhou para a Continental Discos, WEA, Som Livre e sua gravadora Tinitus. Produziu cerca de 50 discos com hits que ainda são tocados no rádio. Contatou e produziu artistas de longa carreira, como Titãs, Ultraje a Rigor, Ira!, Os Mulheres Negras.Por causa disso, Titãs, o Ira! e o Ultraje a Rigor assinaram seus primeiros contratos com a Warner Music.

 

“O mérito não é meu. Sou só a mão-de-obra, aquele que ajuda a realizar”, frisou em entrevista.

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Gustavo Goldschmidt

Gustavo Goldschmidt é co-fundador e CEO do Superplayer, um serviço de streaming de música com mais de 4 milhões de downloads no Brasil, e do LOUVE, o primeiro serviço de streaming focado em conteúdo gospel. O Superplayer é parte do grupo Movile, líder em serviços e aplicativos móveis na América Latina, com apps como iFood, PlayKids, Sympla, entre outros. Gustavo atuou como advisor na transformação digital do Agibank e como consultor em gestão na Falconi, a maior consultoria em gestão do país. É graduado em engenharia mecânica pela UFRGS.

 

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José Carlos Camapum Barroso

José Carlos Camapum Barroso é jornalista com experiência em grandes jornais da cidade, campanhas eleitorais e assessorias de comunicação institucional. É também poeta, compositor, e apreciador da MPB como poucos. Suas impressões sobre cultura e música, principalmente, são registradas no ZecaBlog.

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Laura Lopes

Diretora do encontro internacional Música Mundo e da Disco Produções, Laura tem circulado por diversas feiras de música mundo afora como forma de fortalecer a presença do MM no calendário internacional e representar a música feita em Minas Gerais. O Música Mundo chega se consagra como uma plataforma de encontros profissionais da música brasileira em intercâmbio com o mundo. Laura Lopes é cantora e compositora, produz seu trabalho solo e integra o Coletivo ANA, (coletivo musical formado por 7 cantautoras), o grupo de improvisação Frito Na Hora e a Orquesta Atípica de Lhamas, de música latina.