Showcases

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De 16 a 21 de abril de 2018 | Local: Shopping Píer 21 | Praça Principal

 

16 de abril de 2018 | 20h

Artista: O Tarot

A banda O Tarot surgido em 2014 com a união dos letristas e compositores Caio Chaim e Lucas Gemelli. A eles se juntaram o baterista Vítor Tavares, o baixista Victor Neves e o guitarrista Vinicius Pires. O Tarot se define como uma banda de música nômade e migra entre diversas expressões culturais e ritmos buscando traduzir, musicalmente, a essência das letras para ampliar o alcance e recepção das mensagens trasmitidas. A composição dos arranjos visa à criação de um universo particular para criar uma experiência sinestésica: não somente música, mas também lugar, memória, cheiro, tempero.

As letras são escritas por Caio Chaim e Lucas Gemelli e trabalhadas dentro de uma  sonoridade cigana que vagueia pelos ritmos dos Bálcãs, mas também passa pelo baião, tango, flamenco, progressivo xamânico e até a baladinha pop.

A banda permaneceu mais de dois anos em fase de gestação e, no final de 2016, lançou o primeiro, EP Zero, produzido, mixado e masterizado por Ricardo Ponte (ganhador do Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock em Língua Portuguesa).  No primeiro ano de estrada o grupo cresceu, atingindo marcas notáveis em suas redes sociais e se apresentando em casas de Brasília como Clube do Choro, SESC Garagem, CCBB, Caixa Cultural e Festival Porão do Rock. Também realizou showcase em São Paulo, durante o evento SIM – Semana Internacional de Música de São Paulo.

Em 2017, a banda lançou o primeiro clipe com a música “Meridiana”. Atualmente, trabalha no próximo álbum, composto de 12 músicas, produzido por Ricardo Ponde. O lançamento está previsto para maio de 2018.

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17 de abril de 2018 | 20h

Artista: Lupa

A banda Lupa aposta no rock alternativo feito pelo vocalista e guitarrista Múcio Botelho, baterista João Pires, baixista Lucas Moya, guitarrista Victor Cavalcanti e tecladista André Pires e, evoca, em suas letras, o amor e o sexo sem tabu. Em 2017, com “Lupercália”, CD de estreia, os brasilienses realizaram turnê com 40 shows realizados pelos estados de São Paulo, Goiás, da Bahia e do Distrito Federal. Em 2017 também abriram o festival Porão do Rock 2017.

Com quatro anos de estrada desde a primeira demo, contam com mais de 300 mil plays em plataformas de streaming, além de mais de 40 mil fãs engajados em suas principais mídias sociais e fãs clubes espalhados em estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Acre e Rio Grande do Norte, além do Distrito Federal. Em suas apresentações, dividiram o palco como nomes como Tiago Iorc, Baiana System, Plutão Já Foi Planeta, Zimbra, Elza Soares, Vivendo do Ócio, Autoramas, Ego Kill Talent, Braza, além dos conterrâneos Scalene, Dona Cislene e Alarmes.

O primeiro CD foi fruto de um financiamento coletivo e a banda alcançou 150% da meta proposta para a gravação de “Lupercália”. O nome do álbum é inspirado em festival pagão relacionado à fertilidade. As canções trazem nas composições temas como a entrega e o modo de se encarar o sexo, seja sozinho ou a partir de um relacionamento.

O novo trabalho acaba de ganhar um videoclipe de seu primeiro single, “Justo Eu”. No vídeo, imagens dos músicos tocando com cenas bem-humoradas que brincam com o senso comum de expressões relacionadas ao sexo como “descabelar o palhaço” e “molhar o biscoito”.

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18 de abril de 2018 | 20h

Canta Que Nem Mulher, com: Natália Carreira, Adriah e Joana Bentes

            Canta Que Nem Mulher é o nome do showcase do dia 18, que trará três apresentações com mulheres que estão movimentando a cena da música autoral brasiliense. São elas, Natália Carreira e banda, Adriah, conhecida na cena do rock de Brasília, e Joana Bentes, finalista do PPM na categoria “Produtor de Trilhas Sonoras para Cinema”.

 

            Natália Carreira é cantora e compositora. Estreou seu primeiro trabalho, o EP Pertencer, em 2017, totalmente autoral. O vídeo acústico do seu primeiro single “Geminiana” já foi visto mais de 360 mil vezes e o clipe, 70 mil. As músicas têm pegada leve e romântica. A brasiliense se apresenta pelas noites da cidade acompanhada da guitarrista Lorena Lima e da tecladista e percussionista Ária Rita.

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A capixaba Joana Bentes é cantora, compositora, violonista, guitarrista e baterista. Tocou em duas edições do Projeto Seis e Meia, de Vitória, e coproduziu o CD do Grupo BEM (2014). Em Brasília se apresentou em lugares como Fnac, CCBB, Sala Cássia Eller/FUNARTE, Teatro Dulcina de Moraes e Festival Sonora. Em São Paulo, participou do Sofar Summer e do projeto Nuovo. Lançou seu EP de estreia “Entre” em 2016 e o single “Aqui” em 2017, e já conta com mais de 600 mil plays no Spotify. Ainda em 2017 realizou a trilha sonora do documentário “Transvivo”, de Tatiana W. Franklin, que venceu a 4ª Mostra Outros Olhares do Festival de Cinema de Vitória.

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O trio de atrações se completa com a também brasiliense Adriah, cantora, guitarrista e compositora de Brasília. Entrou no mundo da música por influência familiar e, aos 11 anos, já estava mostrando serviço na televisão. Hoje, com 25 anos, trabalha com as bandas Adriah, acompanhada de Marcus Tymburibá e Cid Moraes e One Hit Wonders.

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19 de abril de 2018 | 19h

Artista: Chico Lobo

            Chico Lobo é violeiro, compositor e cantador, além de arranjador, produtor, diretor musical. Mineiro, Chico Lobo tem mais de 30 anos dedicados à viola brasileira, também conhecida como viola de 10 cordas, de arame ou viola caipira. Além do talento, carisma e presença de palco envolvem o público. Cantigas, clássicos do sertão, catiras, cateretês, congados, folias, lundus, maracatus, batuques e modas têm em suas mão interpretações elegantes e contemporâneas.

O artista recebeu o Prêmio Profissionais da Música, nas três edições já realizadas, como Melhor Artista Raiz Regional. Através de sua fundação, o Instituto Sócio Cultural Chico Lobo, atende a duas escolas rurais com aulas de violas e cultura para mais de 60 alunos. Entre homenagens recebidas, destaque também para o Prêmio Mineiro da Música Independente e para o posto de embaixador do Divino Espírito Santo e Guarda Coroa de Santo Antônio, ambas festas folclóricas mineiras.  A valorização e divulgação da viola o levou a palcos nacionais e internacionais.

De 1995 para cá lançou mais de 25 Cds – entre obras de carreira, parcerias e coletâneas–, dois DVDs e produziu espetáculos. Recentemente, lançou o CD “Viola de Mutirão – do Sertão ao Mundo” no Grande Teatro do Palácio das Artes, com participações de Renato Teixeira, Quinteto Violado, João Araújo, Paulinho Pedra Azul e Maria Betânia. Esta cantora, inclusive, incluiu sua composição “Criação” no DVD em que celebra 50 anos de carreira.

O artista ajuda a tornar a aldeia global mais caipira. E, por isso, mais bela, lírica e sábia. E é hoje, sem dúvida, um dos expoentes do Brasil.

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19 de abril de 2018 | 20h

Artista: Toccata para Menescal

A Toccata Produções Musicais foi fundada há cerca de 20 anos e se destaca nas áreas de produção musical, entretenimento e locação de equipamentos audiovisuais. Tem à frente da direção artística a violinista Kathia Pinheiro, que atuou como spalla da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro por cerca de 22 anos, e da parte de produção Rafael Justus. Violinista, produtora musical e empresária, Káthia Pinheiro é nome de destaque na música erudita do Distrito Federal e, além da Toccata Produções Musicais, também criou, ao lado do maestro Airan D’Souza, a OBACH (Orquestra Brasileira de Arte Cultura e História).

Káthia iniciou-se na música aos sete anos de idade, estudando piano, no Rio de Rio de Janeiro e, aos 12 anos. Em 1980, mudou-se para Brasília e tornou-se integrante da Orquestra Sinfônica Brasileira e professora da Escola de Música de Brasília, a convite do maestro Levino Alcântara. Outro convite especial, feito pelo maestro Claudio Santoro, levou-a à principal orquestra de Brasília, onde permaneceu por 36 anos, sendo 22 deles como spalla.

Além dos já citados, trabalhou ao lado de inúmeros maestros como Silvio Barbato, Emílio César, Elena Herrera, Claudio Cohen e Joaquim França. Participou de concertos sob a batuta de Isaak Karabtchevsky, Simon Bleck, Matteo Rubiconi, Daniel Lipton, Giuseppe Lanzetta, Florian Merz, Mats Liljefors, Oswaldo Colarusso, Julio Medaglia, Carlos Eduardo Prates, Cláudio Cruz, e tantos outros.

Na MPB atuou com Vinícius de Moraes, Tom Jobim, Elis Regina, Léo Gandelman, Toquinho, Milton Nascimento, Gal Costa, Zizi Possi, Elba Ramalho, Rita Lee, Sandra de Sá, Lulu Santos, Alceu Valença, Fafá de Belém, Toni Garrido, Renato Borghetti, Carlinhos Brown, Hamilton de Holanda, Ivan Lins, Roberto Carlos, Zélia Ducan, Bibi Ferreira, entre outros. Ua incursão pela MPB também rendeu o álbum como cantora, “O Dia Nasce”. O CD mistura clássico com MPB.

A música a levou pelo mundo, em turnês pela Itália e por Portugal e, mais recentemente, com sua orquestra OBACH, por Nova York.

Atualmente, divide-se entre os eventos da Toccata, concertos da OBACH, ações do seu projeto social vivendo e Crescendo com Arte e os Saraus Toccata, que realiza em sua casa sempre abordando uma temática musical distinta.

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20 de abril de 2018 | 19h

Artista: Estela Ceregatti

A cuiabana Estela Ceregatti, graduada em Licenciatura em Música pela UFMT, é compositora, cantora, instrumentista, sonoplasta, professora de canto, eterna aprendiz e pesquisadora dos sons do mundo. Já dividiu o palco com importantes nomes da música, como Ivan Lins, Renato Braz, Simone Guimarães, Novelli, Hélio Flanders, Makely Ka, Alisson Menezes, Ebinho Cardoso Mauricio Detoni, Paulo Monarco, Téo Ruiz e Estrela Leminsky, Gabriel Levy, Mario Aphonso III, Sami Tarik, Eduardo Taufic, Roberto Taufic e Áurea Martins.

Com três discos lançados, Estela foi contemplada pelo projeto de Circulação Sesc Amazônia das Artes, com o grupo Monofoliar (2013) e selecionada para o Festival Nacional FEMUCIC/Sesc, em Maringá/PR (2013). Foi vencedora do 2° lugar do Prêmio da Canção do Araguaia (2013) e, em 2014, participou do Festival Sesc de Música Leão do Norte em Petrolina. Foi contemplada pela Mostra Sesc de Cultura do CARIRI, em 2013 e 2017. Em 2016, realizou a criação da trilha sonora original do espetáculo Oramortem, contemplado pelo Projeto Palco Giratório/Sesc, com o qual circulou por 25 cidades brasileiras. Estra trilha também lhe rendeu o prêmio Nacional Cenyn de Teatro, como Melhor Sonoplastia e como Melhores Efeitos Sonoros.

Em 2017, ela lançou o primeiro CD solo, “AR”. No mesmo ano foi contemplada pelo Prêmio Grão de Música/SP, onde além de ser referenciada nacionalmente como compositora, participou de uma coletânea com 14 compositores brasileiros e se apresentou na abertura da cerimônia de premiação. Também participou da Mostra Nacional de Música do SESC ESEM, no Rio de Janeiro, onde participou de intercâmbio com outros 10 compositores brasileiros e apresentou o show AR.

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20 de abril de 2018 | 20h 

Artista: Estrela Leminski & Téo Ruiz

‘Tudo que não quero falar sobre amor’ é o novo CD de Estrela Leminski e Téo Ruiz, que traz canções com temas diversificados que tratam do amor fugindo do clichê romântico.

Na contramão da lógica da indústria musical, os compositores lançar os clipes antes do CD. As 12 músicas foram gravadas em Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre e contaram com sete produtores: Guilherme Kastrup (produtor e diretor artístico do disco “A Mulher do Fim do Mundo”, de Elza Soares), Dante Ozzetti (compositor e produtor reconhecido nacionalmente), Rodrigo Lemos (ex-integrante da Banda Mais Bonita da Cidade), Marcelo Fruet (produtor dos discos das bandas Apanhador Só e Dingo Bells), Fred Teixeira, John Ulhoa (Pato Fu) e Pupillo (Nação Zumbi).

Os clipes contaram com 12 diretoras e diretores de Curitiba (Marina Vello, Luciano Coelho, Gustavo Guimarães, Juliana Sanson, Bernardo Rocha, Carol Winter, Marta Souza, João Marcelo Gomes, Carlon Hardt, Lucas Fernandes, Henrique Ribeiro e Paulo Biscaia). Em destaque, o rock-poético, de ênfase na canção, que ganhou visões diferentes, mas sem perder a unidade e coesão. O som é pop com ruído, urbano e contemporâneo, e o título não poderia ser mais direto: apesar de Estrela e Téo serem um casal, não espere canções românticas de amor.

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20 de abril de 2018 | 21h 

Artista: Alfonsina

Alfonsina é compositora, multi-instrumentista e coprodutora de seu último álbum “Pactos”, lançado em meados de 2017. Seu primeiro trabalho, “El bien traerá el bien y el mal traerá canciones” (O bem trará o bem e o mal trará canções), ganhou o Prêmio Graffiti da Música Uruguaia como “Melhor Artista Novo” em 2015.

O trabalho de Alfonsina atraiu a atenção do rótulo inglês de “Sofar”, sendo a única artista latina a ser publicada em sua primeira compilação mundial com a música “Por no saber decir”. “Pactos” é o segundo álbum de estúdio de Alfonsina e conta com excelente recepção de críticos especializados e público.

O disco foi considerado um dos 10 melhores do ano pelo jornal “El País”, assim como figura em listas do “Indie Hoy”, “La Diaria”, e vários outros blogs especializados. No palco, ela exibe uma variedade de músicas, e poesia de alta intensidade emocional e performática.

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21 de abril de 2018 | 12h

Artista: Mphuzi Chauke

Mphuzi Chauke é cantor, compositor, vocalista e violonista de Limpopo Province, África do Sul. Ele está na indústria da música há mais de 12 tocando com a sua banda no Reino Unido e na sua terra natal na África do Sul. Mphuzi se inspira em grandes nomes da música da sul-africana: Miriam Makeba, Hugh Masekela, Youssou N’Dour, Oliver Mtukudzi, Cesaria Evora e outros.

Acompanhado por uma banda composta por 12 talentosos artistas, Mphuzi lançou seu esperado álbum de estréia: Vuyani, que anda rodando pelas rádios da África do Sul e do mundo. Mphuzi fala em suas músicas sobre problemas sócias da sua vida cotidiana. Por exemplo na música Vuynani (por favor volte) na qual ele homenageia vários sul-africanos que lutaram e morreram por liberdade e debate sobre a necessidade de reconstruir o país com liberdade.

Mphuzi Chauke tocou em lugares como Nottingham Live Music Festival (no Reino Unido) e Mapungubwe Jazz Festival 2016 e dividiu palco com lendas da música africana como Caiphus Semenya e Angelique Kidjo.

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21 de abril de 2018 | 19h

Noite Catarina, com: Sarau Afro-Açoriano e John Mueller

Sarau Afro-Açoriano é um grupo musical do litoral norte de Santa Catarina que busca através da música, exaltar, valorizar e salvaguardar a história de um lugar e de um povo que a constrói. Ao revisitar alguns temas e características presentes na cultura e na música local, o grupo rejuvenesce estas manifestações e as atualiza. Como o próprio nome do grupo sugere, o trabalho busca valorizar igualmente os três povos que formam a identidade brasileira: o índio, o negro e o europeu. O Sarau Afro-açoriano aborda temas como a relação do homem com o mar e a terra, a necessidade da preservação dos patrimônios natural, cultural e histórico.

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Músico profissional há 15 anos. John Mueller, nasceu em Blumenau, Santa Catarina, e descobriu a paixão pela Música Popular Brasileira (MPB) aos sete anos de idade. Aos dezessete, tocava em bares e em casas noturnas no Vale do Itajaí e em parte do estado de Santa Catarina. A música popular sempre foi a grande escola e a paixão de John, é nela que ele constrói as suas composições. John Mueller participou de festivais de música por todo o Brasil, principalmente em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde teve e tem a oportunidade de difundir a sua música, ganhando algumas premiações.

Em 2018, foi indicado ao Prêmio Profissionais da Música nas categorias “Autor e “Cantor“. Em 2017, foi indicado a “Melhor Artista Solo” no Prêmio da Música SC. Em 2014, foi indicado a “Melhor Álbum” no Prêmio da Música SC. Em 2017, foi indicado ao Prêmio Profissionais da Música na categoria “Cantor”. Em setembro de 2017, John foi selecionado para a II Mostra Internacional de Cantautores na Costa Rica, único brasileiro entre os 15 finalistas do mundo, além de ser selecionado para a mostra de composição internacional FEMUP, em Paranavaí/PR.

Com estilo próprio, John Mueller traz em sua bagagem uma sonoridade forte com novos arranjos, sintonizado com todas as tendências da música, sem medo de ser ousado e sem perder os princípios básicos da MPB.

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21 de abril de 2018 | 20h 

Artista: Craca e Dani Nega

No encontro entre estes dois artistas, Craca e Dani Nega fazem a fusão do rap– como palavra falada–, com o eletrônico multicultural e experimental. O encaixe aconteceu por razões musicais e também pelas convicções em comum: o clamor por justiça e anseio por transformações sociais.

Craca é incorporado por Felipe Julián, músico, produtor musical e artista visual. Felipe adapta e substitui instrumentos convencionais por criações suas de dispositivos eletrônicos, em constante pesquisa pela interface ideal, além de manter seu trabalho ligado à expressão visual, como o uso do videomapping. Dani Nega é atriz e MC e traz a música negra pulsante em sua origem e a palavra como motriz para expressão e questionamentos.

A junção dos artistas, que têm carreiras individuais, resultou no álbum “Craca, Dani Nega e o Dispositivo Tralha”, um manifesto musical político, poético e dançante. O som eletrônico multiétnico de Craca é a base para as rimas e o claro discurso de Dani Nega, que fala sério sobre violência contra as mulheres, racismo e outras tantas temáticas político-sociais, deixando espaço ainda para o amor e poesia.

A dupla realizou performances em locais como a Red Bull Station, Casa das Caldeiras, na SIM – Semana Internacional da Música (São Paulo), unidades Sesc (Vila Mariana, Belenzinho, Campinas e Registro), Festival MoLa no Circo Voador (Rio de Janeiro) e Festival Rec-Beat (Recife).

O disco traz 11 músicas, entre instrumentais e canções. O álbum de estreia ganhou destaque entre os lançamentos de 2016 e foi apontado como um dos discos do ano (pela Revista NOIZE). Nos shows recentes, além do repertório registrado, Craca e Dani estão apresentando novos singles.

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21 de abril de 2018 | 21h

Artista: Layla Khepri

            Layla Khepri começou seus dias como atleta-estrela e aficionado ao fitness. Afastando-se de uma bolsa de futebol para buscar musica em tempo integral, Layla tem visitado todo o mundo e ganhando fãs desde então. Viajando nos EUA e no Canadá e compartilhando palcos com Drake, Future, 2 Chainz, Yo Gitty e muito mais.

Ganhando um Prêmio de Música Subterrânea para “Melhor Artista ao Vivo” e “Melhor Artista Novo” da Conferência Internacional de Música, sua performance em alta energia em tempo real e entrega rápida continuam a impressionar fãs em todo o mundo enquanto ela expande sua carreira em atuação e além.

Layla é a primeira atração internacional confirmada para o PPM 2018. Com seu carisma e seu talento, Layla irá encantar o público brasileiro com sua música.